Posts recentes

  • Resetar Cilindro da Impressora Sharp AL 1645

    0 comentários

    por: admin, na categoria Impressoras, SHARP AL 1645 dia 11/06/2010

    Para resetar o cilindro da impressora Sharp AL1645 basta seguir o passo a passo a seguir:

    Com a copiadora ligada aperte  RAPIDAMENTE o botão ALTO;

    Depois o botão  C
    Novamente o botão ALTO
    Depois o botão C
    Novamente o botão ALTO e depois o botão C
    A copiadora vai desligar o painel
    depois como se voce fosse tirar cópias
    digite 24 e aperte o botão VERDE
    DEPOIS
    digite 07 e aperte o botão VERDE
    A MÁQUINA VAI FICAR PISCANDO O VISOR.
    Você desliga a impressora, espera uns 10 segundos e liga.

    Pronto! a máquina está resetada para imprimir mais 9.000 páginas

  • Resetar o Cilindro da Brother MCF7220

    0 comentários

    por: admin, na categoria Brother, Impressoras dia 11/06/2010

    Abra o compartimento do tonner e pressione a tecla Opções

    pressione a tecla 1

    Vai aparecer uma mensagem no visor perguntando se você quer mesmo resetar o cilindro, aceite.

    Pronto!

    Agora é só fechar a tampa e usar.

  • Limpando A Tela De Um Notebook

    0 comentários

    por: admin, na categoria Dicas dia 02/05/2010

    Para realizar a limpeza você vai usar, nada mais nada menos que dois pedaços de algodão e um pouco de água, isso mesmo, água ( caso a tela esteja com muita poeira, recomendo você passar um pincel ou um algodão seco pra tirar a poeira grossa e só depois começar a seguir as etapas )

     Vamos as etapas:

    1ª Molhe um dos algodões e depois retire o excesso de água, deite o notebook com a tela no seu colo ou em alguma superficie plana, e vá passando suavemente sobre toda a tela, principalmente nos cantos, pois é onde se concentra toda a poeira. Não esqueça que a tela é sensível e todo o processo DEVE ser feito com suavidade.

    2ª Com o algodão seco,vá esfregando sobre toda a tela até secá-la, no final dessa etapa, você verá que sua tela estará limpa e bem cuidada com aspecto de nova.

    Devo ressaltar o cuidado com o excesso de água no algodão, ele deve ficar apenas úmido.

  • Login automático no Windows 7

    0 comentários

    por: admin, na categoria Geral dia 07/03/2010

    Se você é o único usuário do PC é possível fazer um login automático. Tecle netplwiz no campo de busca do Windows 7. Clique no usuário desejado e desmarque Os usuários devem digitar um nome de usuário e senha para usar este computador.

  • Cálculo de Subnets e Entendendo os Saltos

    0 comentários

    por: admin, na categoria Rede dia 21/02/2010

    Vamos falar de subnets? É extremamente impostante que um IT Professional tenha a capacidade de calcular subnets, por conta disto iremos juntos trabalhar com um ambiente e entender como fazer para cumprir com esta tarefa sem sofrer, rs…

    Imaginem que solicitado a você criar uma 08 subnets, mas sua responsabilidade é permitir uma expansão futura para mais quatro subnets adicionais e a rede da sua empresa é de classe B 172.23.0.0. Muito bem, nossa responsabilidade aqui é equalizar a necessidade atual e suportar a demanda futura, então começaremos definindo o número de divisões possíveis para chegar no total de subnets exigida.
    Como precisaremos pensar em 12 subnets iremos aplicar a regra de 2N (dois elevado a N que é igual a notação decimal que compoe o total de divisões possíveis). Vamos lá…

    2*4 = 16

    Isto quer dizer que iremos utilizar 4 bits para a nossa operação, isto em uma composição binária seria:

    11111111.11111111.11110000.00000000
    255.255.240.0 = 172.23.0.0/20

    Ótimo, chegamos na mascara de rede! Já sabemos que dentro desta notação poderemos incluir 16 subnets, agora precisaremos descobrir quais os saltos que ocorrerão na composição das subnets, certo? Isto é simples basta olharmos para o bit de baixa ordem, no nosso caso o 16 (Como assim 16!?!?! Lembra da notação decimal? Cada bit do octeto tem um valor da direita para a esquerda elevando 2 de 0 até 7, faça as contas e verás que quando chegar no bit número 5 teremos que elevar a 4. Logo 2 elevado a 4 é igual a 16). Então os saltos irão ocorrer de 16 em 16 ficando assim:

    Rede Original: 172.23.0.0
    Mascara Original: 255.255.0.0

    Subnet 1: 172.23.0.0
    10101100.00010111.00000000.00000000

    Subnet 2: 172.23.16.0
    10101100.00010111.00010000.00000000

    Subnet 3: 172.23.32.0
    10101100.00010111.00100000.00000000

    Subnet 4: 172.23.48.0
    10101100.00010111.00110000.00000000

    Subnet 5: 172.23.64.0
    10101100.00010111.01000000.00000000

    Subnet 6: 172.23.80.0
    10101100.00010111.01010000.00000000

    Subnet 7: 172.23.96.0
    10101100.00010111.01100000.00000000

    Subnet 8: 172.23.112.0
    10101100.00010111.01110000.00000000

    Subnet 9: 172.23.128.0
    10101100.00010111.10000000.00000000

    Subnet 10: 172.23.144.0
    10101100.00010111.10010000.00000000

    Subnet 11: 172.23.160.0
    10101100.00010111.10100000.00000000

    Subnet 12: 172.23.176.0
    10101100.00010111.10110000.00000000

    Subnet 13: 172.23.192.0
    10101100.00010111.11000000.00000000

    Subnet 14: 172.23.208.0
    10101100.00010111.11010000.00000000

    Subnet 15: 172.23.224.0
    10101100.00010111.11100000.00000000

    Subnet 16: 172.23.240.0
    10101100.00010111.11110000.00000000

    Nova Mascara: 255.255.240.0
    11111111.11111111.11110000.00000000

    Primeiro Host: 172.23.0.1
    Ultimo Host: 172.23.240.254
    Broadcast: 172.23.240.255

  • Cálculo de Número de Hosts

    0 comentários

    por: admin, na categoria Rede dia 21/02/2010

    O número de hosts é um cálculo bastante simples, a primeira coisa a fazer é converter a máscara 255.255.248.0 em binário, onde teremos:

    11111111.11111111.11111000.00000000 -> 255.255.248.0

    Contando o número de zeros da esquerda para a direita teremos 11 portanto o valor será 2 elevado a 11 = 2048, daí subtraimos sempre 2 para os reservados e teremos o total de 2.046 que é a minha resposta para o que foi pedido.

    Abaixo transcrevo uma tablela já pronta, envolvendo sub-redes e hosts de uma rede classe A.

    Número de sub-redes-Número de bits para sub-rede-Máscara de sub-rede -Número de hosts por sub-rede

    1-2…………………………………..1……………………………………255.128.0.0 ou /9……….8.388.606
    3-4…………………………………. 2……………………………………255.192.0.0 ou /10……..4.194.302
    5-8………………………………… 3…………………………………….255.224.0.0 ou /11………2.097.150
    9-16………………………………. 4…………………………………….255.240.0.0 ou /12………1,048.574
    17-32………………………………5…………………………………… 255.248.0.0 ou /13………524.286
    33-64…………………………….. 6…………………………………….255.252.0.0 ou /14………262.142
    65-128…………………………… 7…………………………………….255.254.0.0 ou /15………131.070
    129-256…………………………. 8…………………………………….255.255.0.0 ou /16 ………65.534
    257-512…………………………. 9…………………………………….255.255.128.0 ou /17……32.766
    513-1.024……………………….10……………………………………255.255.192.0 ou /18….. 16.382
    1.025-2.048…………………….11……………………………………255.255.224.0 ou /19 ……8.190
    2.049-4.096…………………….12……………………………………255.255.240.0 ou /20…….4.094
    4.097-8.192…………………….13……………………………………255.255.248.0 ou /21…….2.046
    8.193-16.384…………………..14……………………………………255.255.252.0 ou /22…….1.022
    16.385-32.768…………………15……………………………………255.255.254.0 ou /23…….. 510
    32.769-65.536…………………16……………………………………255.255.255.0 ou /24…….. 254
    65.537-131.072……………….17……………………………………255.255.255.128 ou /25…. 126
    131.073-262.144……………..18……………………………………255.255.255.192 ou /26……62
    262.145-524.288……………..19……………………………………255.255.255.224 ou /27……30
    524.289-1.048.576…………..20……………………………………255.255.255.240 ou /28……14
    1.048.577-2.097.152………..21……………………………………255.255.255.248 ou /29……..6
    2.097.153-4.194.304………..22……………………………………255.255.255.252 ou /30……..2

  • UltraSurf 9.6: Como bloquear

    0 comentários

    por: admin, na categoria Linux, Servidores dia 16/01/2010

    Vários usuários nos têm reportado que o script que criamos para combater o UltraSurf não tem sido eficiente no bloqueio da nova versão lançada no final do mês passado, o UltraSurf 9.6. Então, baixamos a nova versão e, como fizemos com a versão anterior, passamos a analisar o tráfego de uma estação que executava o UltraSurf.

    Uma das principais características que tínhamos observado na versão anterior era a grande quantidade de conexões HTTPS com servidores externos, na ocasião verificamos que o UltraSurf realizava em média 10 conexões simultâneas na porta 443. Utilizamos essa sua peculiaridade para criar o script stopUltraSurf.sh, que, até à versão anterior do UltraSurf, funcionava perfeitamente bloqueando as conexões.

    Agora tudo mudou. Na versão 9.6, o UltraSurf tenta inicialmente se conectar a um servidor pertencente à rede 65.49.2.0/24, caso consiga, o acesso será estabelecido e a estação acessará livremente a Internet. Aliás, verificamos que conectado dessa maneira o acesso será bem mais rápido se comparado às versões anteriores do UltraSurf. Como os IPs dessa rede não respondem ao DNS reverso, não têm como serem verificados pelo script stopUltraSurfe.sh, logo a conexão não será bloqueada pelo script.

    Uma forma elegante de quebrar essa conexão seria bloqueando o acesso HTTPS a endereços IP que não respondessem ao DNS reverso, fizemos até uma versão do script com essa característica, mas a quantidade de falsos positivos foi bastante grande, pois, infelizmente, vários sites não seguem a recomendação do Comitê Gestor Internet Brasil (CGI.br) que diz: “Todas as redes conectadas à Internet brasileira devem operar com registros direto e reverso de DNS corretamente configurados.”, se assim fizessem, teríamos como diferenciar IPs idôneos de IPs supostamente maliciosos. O pior é que sites como o do Banco do Brasil, do Banco Real, do Banco Itaú, do Hotmail etc., que deveriam ser exemplos, não têm o DNS Reverso configurado para os IPs que respondem às conexões HTTPS. Uma pena.

    Qual a solução então? Bloquear esses endereços no firewall, o problema é que, se os mantenedores do UltraSurf mudarem a sua range de IPs, o bloqueio falhará. Para efetivar o bloqueio na solução OpçãoLinux PDC, acesse as regras do firewall (opl > Firewall > Editar Regras de Firewall) e altere a linha:

    HTTPS/ACCEPT     loc     net
    para:

    HTTPS/ACCEPT     loc     net:!65.49.2.0/24
    Problema resolvido? Ainda não, caso não consiga acesso aos IPs da rede 65.49.2.0/24, o UltraSurf 9.6 tentará acessar os servidores remotos da mesma maneira que fazia nas versões anteriores, só que dessa vez não abrirá diversas conexões HTTPS, fará apenas uma única conexão. Para fazer com que o script stopUltraSurf.sh consiga detectar essa conexão, edite o arquivo /usr/local/bin/stopUltraSurf e altere a variável limitServersHttps=8 para limitServersHttps=1, ou baixe a nova versão do script stopUltraSurf.sh (veja como mais adiante).

    Pronto, com o bloqueio da rede 65.49.2.0/24 no firewall e com esse ajuste na variável limitServersHttps, o script stopUltraSurf.sh deverá voltar a funcionar. Bem, pelo menos em nossos testes voltou…

    Prefira utilizar a nova versão do script stopUltraSurf.sh, pois, além de estar mais rápido devido a otimizações feitas no código, será informado também qual nome do servidor que provocou o bloqueio da estação e a data e hora do bloqueio em opl > Firewall > Configurações Avançadas… > BlackList.

    Caso esteja utilizando a versão mais recente da solução OpçãoLinux PDC, que já vem com o script stopUltraSurf.sh nativamente, atualize para a versão mais recente do script através dos comandos abaixo:

    # wget http://www.opcaolinux.com.br/download/scripts/stopUltraSurf.sh.gz
    # gunzip stopUltraSurf.sh.gz
    # cat stopUltraSurf.sh > /usr/local/bin/stopUltraSurf
    # rm stopUltraSurf.sh

    Fonte: http://www.opcaolinux.com.br/gnulinux/tutoriais/27-seguranca/126-ultrasurf-96-como-bloquear.html

  • Adicionando rotas estáticas permanentes

    0 comentários

    por: admin, na categoria Linux, Servidores dia 16/01/2010

    Roteadores ou equipamentos que interligam duas ou mais redes são chamados de Gateways. A necessidade de configurarmos rotas estáticas surge à medida que possuímos mais de um gateway na rede, sendo assim, configuramos as máquinas da rede 1, por exemplo, de forma que: quando quiser acessar a rede 2 saia pelo gateway A e quando for acessar as redes 3,4,5… saia pelo gateway B.

    Traduzindo isso para o TCP/IP ficaria:

    Suponha que

      rede 1 = 192.168.1.0 / 255.255.255.0
      rede 2 = 192.168.0.0 / 255.255.0.0
      rede 3 = 10.100.1.0 / 255.255.255.0
      rede 4 = 10.100.2.0 / 255.255.255.0
      rede 5 = 10.100.3.0 / 255.255.255.0
      ….
      ubuntu#> route add -net 192.168.0.0/16 gw 192.168.10.1
      ubuntu#> route add -net 10.100.0.0/16 gw 192.168.10.10

    Com isso a tabela de roteamento da máquina que estamos configurando ficaria assim:

      ubuntu#> route
      Tabela de Roteamento IP do Kernel
      Destino         Roteador        MáscaraGen.    Opções Métrica Ref   Uso Iface
      192.168.1.0     *               255.255.255.0   U     0      0        0 eth0
      192.168.0.0     192.168.10.1    255.255.0.0     UG    0      0        0 eth0
      10.100.0.0      192.168.10.10   255.255.0.0     UG    0      0        0 eth0
    Note que a primeira linha foi adicionada automaticamente quando configuramos o endereço IP da própria máquina.

    Uma maneira de melhorarmos isso é trabalhando com default gateway, ou seja, ao adicionarmos um gateway default, ele será adicionado na última linha da tabela de roteamento, de forma que todo IP com destino a uma rede que não se encaixa nas definições iniciais da tabela de roteamento serão mandadas para o default gateway (que por isso está na última linha).

    Mas o escopo dessa dica é como transformar as rotas estáticas, que até aqui foram adicionadas manualmente, em configurações adicionadas automaticamente sempre que ligamos a máquina.

    Já vi várias formas de adicionarmos estas rotas, desde comandos adicionados no script de inicialização do usuário, o /etc/init.d/rc.local até scripts executados ao iniciar o ambiente gráfico (arghhhh!!!), porém o mais adequado é utilizarmos os recursos que o sistema oferece para isso que são:

    No Ubuntu (debian em geral): basta adicionarmos no arquivo /etc/network/interfaces as seguintes linhas:

      post-up route add -net 192.168.0.0/16 gw 192.168.10.1
      post-up route add -net 10.100.0.0/16 gw 192.168.10.10

    Já em sistemas como o RedHat devemos criar o arquivo /etc/sysconfig/network-scripts/route-eth0 contendo:

      GATEWAY0=192.168.10.1
      NETMASK0=255.255.0.0
      ADDRESS0=192.168.0.0
     
      GATEWAY1=10.100.0.0
      NETMASK1=255.255.0.0
      ADDRESS1=192.168.10.10

    Sendo assim toda vez que o serviço de rede subir estas rotas estáticas serão adicionadas automaticamente na tabela de roteamento de sua máquina.

    Fonte: http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20061010.php

  • Atualizando o sitema com o Apt-get pelo shell.

    0 comentários

    por: admin, na categoria Instalação, Linux dia 04/01/2010

    Os comandos para se atualizar um pacote ou o próprio sistema com esta revolucionária ferramenta criada pela distribuição Debian em seu terminal, que baixa e resolve as dependências são:

    # apt-get [opções] comando

    # apt-get [opções] install pacote [pacote ...]

    A linha de comando pode ser uma variação dos tipos básicos, descritos a seguir:

    apt-get update

    Atualiza o banco de dados local do apt-get com os arquivos pkglist do servidor.

    apt-get check

    Verifica a integridade do seu sistema. Execute este comando quando tiver dúvidas quanto à integridade dos pacotes do seu sistema. É recomendável executá-lo antes de executar uma atualização de distribuição.

    apt-get install algum-pacote

    Instala algum pacote novo, solucionando e carregando automaticamente os pacotes dos quais o aplicativo a ser instalado depende. Caso o pacote algum-pacote já esteja instalado, o apt-get tentará atualizá-lo. Feito isto o próprio apt-get instala o pacote.

    apt-get source algum-pacote

    Faz o download dos fontes de um pacote (SRPM). Note que é necessário que haja uma linha com o TIPO rpm-src no arquivo sources.list para que este comando execute.

    apt-get upgrade

    Procura por pacotes desatualizados no sistema e os atualiza automaticamente. Atualizará todos os pacotes antigos no sistema. Para atualizar um pacote e suas dependências utilize o comando:

    apt-get install pacote-a-ser-instalado
    Procura nos servidores ftp pelo pacote, caso ele encontre esse pacote ele baixara ele juntamente com suas dependências.

    apt-get dist-upgrade

    Semelhante ao apt-get upgrade, mas instala todos os pacotes básicos e tenta atualizar tudo, instalando novos pacotes caso seja necessário. É uma maneira mais fácil de fazer uma atualização de sua distribuição.

    apt-get remove algum-pacote

    Remove o pacote algum-pacote e todos os demais pacotes que dele dependam.

    apt-get clean

    Remove os arquivos encontrados no diretório cache, liberando um pouco de espaço no seu disco de sistema. É uma maneira automática de apagar os arquivos que já foram instalados e que não são mais necessários ao sistema.

  • Verificando logs do Squid em tempo real

    0 comentários

    por: admin, na categoria Linux dia 04/01/2010

    Com o Squid instalado e funcionando é possível verificar o que as pessoas estão vendo na internet em tempo real. Você pode usar comandos mesclados por exemplo:

    # tail -f /var/log/squid/access.log | grep 10.0.0.230

    * o comando tail lista o conteúdo de um arquivo;
    * o parâmetro -f fica com o arquivo aberto mostrando tudo que for adicionado a ele, como o arquivo é de log, ele sempre terá novas informações adicionadas;
    * | grep é um filtro de pesquisa no resultado de um comando, ou seja, se você quiser ver quem está acessando o site www.luizoliveira.org, basta trocar o ip por luizoliveira, o comando ficaria assim:

    # tail -f /var/log/squid/access.log | grep luizoliveira

    Obs.: Após o grep você pode colocar um IP, nome ou site que deseja monitorar, com isso no filtro aparecerá apenas o que deseja e não várias máquinas com todos os acessos a internet que tem no momento.