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	<title>Luiz Oliveira &#187; Tutoriais</title>
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	<description>Linux, Windows, Tutoriais, dicas e diversas notícias sobre TI</description>
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			<item>
		<title>Reparando partições NTFS com Linux</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 12:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[Sua partição NTFS está corrompida? Pode tentar recurara-la através do Linux]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para recuperar partições NTFS através do Linux, dê boot com um LiveCD do Linux. O Ubuntu muito fácil de ser utilizado.</p>
<p>Após o boot acesse o terminal  e digite:</p>
<p><em>fdisk -l  para saber qual é a partição NTFS.</em></p>
<p><em>Após saber qual é a partição NTFS basta executar  o seguinte comando:</em></p>
<p><em>sudo ntfsfix /dev/sda1 </em></p>
<p><em> </em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Servidores em modo gráfico com o Webmin</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/servidores-em-modo-grafico-com-o-webmi/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 16:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vou falar do Webmin, uma ferramenta gráfica para configuração de servidores Unix. O Webmin possui uma interface baseada em web bastante leve e intuitiva, justamente para que os aficionados no modo gráfico possam configurar os serviços como no sistema das janelinhas. Além dos serviços de rede você também poderá configurar interfaces de rede, sistema, hardware, cluster, entre outros. Além de possuir uma interface bastante amigável, quando o Webmin interage com um servidor Linux, passamos a ter a vantagem de acessá-lo de qualquer lugar através de um browser. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-414" title="webmin" src="http://www.luizoliveira.org/wp-content/uploads/2009/07/webmin.PNG" alt="webmin" width="285" height="97" />Como instalamos?<br />
1) Para distribuições Debian o pacote do software já se encontra disponível no repositório APT, por tanto basta correr o comando:</p>
<p>$ sudo apt-get install webmin</p>
<p>Após o download e instalação, veremos a mensagem de sucesso:</p>
<p>Webmin install complete. You can now login to https://localhost:10000/<br />
as root with your root password.</p>
<p>2) Para outras distribuições, faça o download do programa através do site:</p>
<p>* http://www.webmin.com/</p>
<p>Bom, mais simples que empurrar bêbado ladeira abaixo! <img src='http://www.luizoliveira.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora vamos iniciar o Webmin. Como na própria mensagem pós instalação mostra, basta abrir um navegador e digitar na barra de endereço:</p>
<p>https://localhost:10000/</p>
<p>Ou</p>
<p>https://127.0.0.1:10000/</p>
<p>Então veremos a tela de Login.</p>
<p>Pronto! Após o login todos os serviços estarão disponíveis para configuração no modo gráfico, aí é só por a mão na massa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>DansGuardian versões 2.9.3.0 e superiores em Debian 5.01</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/dansguardian-versoes-2-9-3-0-e-superiores-em-debian-5-01/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/dansguardian-versoes-2-9-3-0-e-superiores-em-debian-5-01/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 16:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=409</guid>
		<description><![CDATA[Atualmente a última versão, segundo seu próprio site, é a 2.10.1. Mas aqui demonstrarei a instalação da última versão do repositório do Debian 5.01, que instala o DansGuardian 2.9.9.4 e Squid 2.7, até a presente data. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-410" title="avatar208759_1" src="http://www.luizoliveira.org/wp-content/uploads/2009/07/avatar208759_1.gif" alt="avatar208759_1" width="66" height="90" />Primeiramente devemos instalar e configurar o Squid.</p>
<p>Instalação do Squid:</p>
<p># apt-get install squid</p>
<p>O arquivo de configuração do Squid é: /etc/squid/squid.conf</p>
<p>Vamos ao diretório:</p>
<p># cd /etc/squid/</p>
<p>Backup do squid.conf original:</p>
<p># cp squid.conf squid.conf.orig</p>
<p>Instalação do Dansguardian:</p>
<p># apt-get install dansguardian</p>
<p>Os arquivos de configurações do Dansguardian que trabalharemos são:</p>
<p># cd /etc/dansguardian<br />
# ls -la<br />
drwxr-xr-x 9 root root 4096 Jul 8 10:08 .<br />
drwxr-xr-x 63 root root 4096 Jul 6 14:41 ..<br />
drwxr-xr-x 2 root root 4096 Jun 24 11:49 authplugins<br />
drwxr-xr-x 2 root root 4096 Jul 7 15:12 contentscanners<br />
-rw-r&#8211;r&#8211; 1 root root 22503 Jun 24 17:25 dansguardian.conf<br />
-rw-r&#8211;r&#8211; 1 root root 11719 Jul 6 09:51 dansguardianf1.conf<br />
drwxr-xr-x 2 root root 4096 Jun 24 10:35 downloadmanagers<br />
drwxr-xr-x 29 root root 4096 Jun 24 11:36 languages<br />
drwxr-xr-x 7 root root 4096 Jul 8 10:53 lists</p>
<p>Entrar do diretório lists:</p>
<p># cd lists</p>
<p>Baixando uma blacklist em:</p>
<p>http://urlblacklist.com/cgi-bin/commercialdownload.pl?type=download&amp;file=bigblacklist</p>
<p>Descompactando a lista:</p>
<p># tar -xvf bigblacklist.tar.gz</p>
<p>Removendo o arquivo:</p>
<p># rm -rf bigblacklist.tar.gz<br />
Configuração do Squid<br />
Não detalharemos as configurações do Squid, há centenas de artigos espalhados pela internet que ensinam determinada configuração dependendo da sua necessidade, neste caso há uma configuração do Squid com autenticação no OpenLDAP.</p>
<p>Edição do squid.conf:</p>
<p># vim /etc/squid/squid.conf<br />
#squid.conf Gustavo Hendrigo Marcon<br />
#(cc) Creative Commons &#8211; Gustavo Hendrigo, Adamantina &#8211; SP &#8211; 2009</p>
<p>#Porta de acesso do proxy &#8211; Escuta do Dansguardian<br />
#http_port 3128<br />
http_port 127.0.0.1:3128</p>
<p>#Define o nome que irá aparecer nas páginas de erro ou acesso do squid<br />
visible_hostname NetServer-Servidor-Proxy</p>
<p>#Não faz cache de dados de formulários html, nem de resultados de programas cgi<br />
hierarchy_stoplist cgi-bin ?</p>
<p>#Cria uma access control list, baseando-se na url e utilizando exp. regulares<br />
#nesta situação foi criado uma exp. regular para cgi e ?.<br />
acl QUERY urlpath_regex cgi-bin \?</p>
<p>#Não faz cache da acl QUERY<br />
cache deny QUERY</p>
<p>#apache<br />
acl apache rep_header Server ^Apache<br />
broken_vary_encoding allow apache</p>
<p>#Configura o número máximo de tentativas de conexões em um servidor que tenha somente um endereço<br />
maximum_single_addr_tries 1</p>
<p>#Tamanho máximo de memória para cache<br />
cache_mem 256 MB</p>
<p>#Tamanho máximo de um objeto<br />
maximum_object_size 20128 KB<br />
#Com o cache_swap_high define qual a porcentagem máxima que o cache deverá<br />
#atingir para começar a apagar arquivos antigos. O cache_swap_low define qual a<br />
#porcentagem deverá ser atingida durante a remoção desses arquivos.<br />
cache_swap_low 80<br />
cache_swap_high 95</p>
<p>#Tamanho máximo de um objeto na memória ram, caso o objeto seja<br />
#maior que o valor estipulado ele será gravado direto no disco<br />
maximum_object_size_in_memory 128 KB</p>
<p>#Define a localização do cache de disco, tamanho<br />
#Quantidade de diretórios pai, e por fim a quantidade de diretórios filhos<br />
cache_dir ufs /var/spool/squid 256 128 256</p>
<p>#Arquivo de Log<br />
access_log /var/log/squid/access.log squid</p>
<p>#Arquivo que contém os nomes de máquinas<br />
#hosts_file /etc/hosts</p>
<p>#Autenticação no LDAP<br />
auth_param basic program /usr/lib/squid/ldap_auth -v 3 -b &#8220;ou=Users,dc=empresa,dc=com,dc=br&#8221; -f &#8220;uid=%s&#8221; -h ldap.empresa.com.br<br />
auth_param basic children 8<br />
auth_param basic realm WebProxy. Digite seu login e senha.<br />
auth_param basic credentialsttl 20 minutes<br />
acl usuarios proxy_auth REQUIRED</p>
<p>#acl usuários controlados<br />
#controle de banda nos arquivos: .zip .rar .avi .iso .mpg .7z<br />
acl controlbandfiles url_regex -i &#8220;/etc/squid/acls/controlbandfiles&#8221;<br />
#usuários sem controle de banda<br />
acl controlbandfree proxy_auth &#8220;/etc/squid/acls/controlbandfree&#8221;</p>
<p>#Tempo de atualização dos objetos relacionados aos protocolos ftp, gopher e http.<br />
#Default Sugerido:<br />
refresh_pattern ^ftp:           1440    20%     10080<br />
refresh_pattern ^gopher:        1440    0%      1440<br />
refresh_pattern .</p>
<p>#Mínimo de Access Control List para o squid funcionar corretamente<br />
#Não alterar estas acls, pois poderá travar o squid<br />
acl all src 0.0.0.0/0.0.0.0<br />
acl manager proto cache_object<br />
acl localhost src 127.0.0.1/255.255.255.255<br />
acl to_localhost dst 127.0.0.0/8<br />
acl SSL_ports port 443          # https<br />
acl SSL_ports port 563          # snews<br />
acl SSL_ports port 873          # rsync<br />
acl Safe_ports port 80          # http<br />
acl Safe_ports port 21          # ftp<br />
acl Safe_ports port 443         # https<br />
acl Safe_ports port 70          # gopher<br />
acl Safe_ports port 210         # wais<br />
acl Safe_ports port 1025-65535  # unregistered ports<br />
acl Safe_ports port 280         # http-mgmt<br />
acl Safe_ports port 488         # gss-http<br />
acl Safe_ports port 591         # filemaker<br />
acl Safe_ports port 777         # multiling http<br />
acl Safe_ports port 631         # cups<br />
acl Safe_ports port 873         # rsync<br />
acl Safe_ports port 901         # SWAT<br />
acl purge method PURGE<br />
acl CONNECT method CONNECT</p>
<p>#ACLs<br />
#limita conexoes HTTP<br />
acl connect_abertas maxconn 8</p>
<p>#Repasse dos ips dos clientes pelo Dansguardian, aqui esta uma das mudançanda no squid 2.7 vem com fowarded_for compilado.<br />
#Isto possibilita o repasse dos ips cliente dos Dansguardian para o squid, antes todos ips chegavam no squid como 127.0.0.1<br />
follow_x_forwarded_for allow localhost</p>
<p>#Acessos</p>
<p>#limite de banda<br />
delay_pools 2</p>
<p>#Controle 2<br />
#Sem limite de banda<br />
delay_class 1 2<br />
delay_parameters 1 -1/-1 -1/-1<br />
delay_access 1 allow controlbandfree</p>
<p>#Controle 3<br />
#Limite de banda a arquivos, 100kbps<br />
delay_class 2 2<br />
#delay_parameters 2 100000/100000 100000/100000<br />
#alterei<br />
delay_parameters 2 100000/100000 100000/100000<br />
delay_access 2 allow controlbandfiles</p>
<p>#Acessos dos usuários autenticados.<br />
http_access allow usuarios</p>
<p>#Default<br />
http_access deny manager<br />
http_access allow purge localhost<br />
http_access deny purge<br />
http_access deny !Safe_ports<br />
http_access deny CONNECT !SSL_ports</p>
<p>http_access allow localhost<br />
http_access deny all<br />
http_reply_access allow all<br />
icp_access allow all<br />
cache_effective_group proxy<br />
coredump_dir /var/spool/squid</p>
<p>Configuração do Dansguardian<br />
Primeiramente iremos ao diretório do Dansguardian:</p>
<p># cd /etc/dansguardian</p>
<p>Backup do dansguardian.conf:</p>
<p># cp dansguardian.conf dansguardian.conf.orig</p>
<p>Edição do dansguardian.conf:</p>
<p># vim dansguardian.conf<br />
# comente esta linha para dizer que já o configuramos<br />
#UNCONFIGURED &#8211; Please remove this line after configuration</p>
<p>#  3 = usar HTML template para acessos negados<br />
reportinglevel = 3</p>
<p># Diretório de Linguagens<br />
languagedir = &#8216;/etc/dansguardian/languages&#8217;</p>
<p># Linguagem usada:<br />
language = &#8216;portuguese&#8217;</p>
<p>#Nível de log 0 = nenhum  1 = somente negado  2 = todos acessados  3 = Todos requisições<br />
loglevel = 3</p>
<p># 2 = always log &amp; mark exceptions (default)<br />
logexceptionhits = 2</p>
<p># Formato do log, 1 = Formato default.<br />
logfileformat = 1</p>
<p># Localização do arquivo de log<br />
loglocation = &#8216;/var/log/dansguardian/access.log&#8217;</p>
<p># Ips filtrados individualmente<br />
filterip =</p>
<p># Porta de escuta do Dansguardian<br />
filterport = 8080</p>
<p># Ip do proxy, onde está o squid<br />
proxyip = 127.0.0.1</p>
<p># porta do squid<br />
proxyport = 3128</p>
<p># url de acesso negado<br />
accessdeniedaddress = &#8216;http://YOURSERVER.YOURDOMAIN/cgi-bin/dansguardian.pl&#8217;</p>
<p># Default is enabled, but to go back to the standard mode, disable it.<br />
nonstandarddelimiter = on</p>
<p># Usar banner do dansguardian on (default) | off<br />
usecustombannedimage = on<br />
custombannedimagefile = &#8216;/usr/share/dansguardian/transparent1&#215;1.gif&#8217;</p>
<p># Quantidade de grupos existente, pode ser criado até 9<br />
filtergroups = 2</p>
<p># Onde fica o arquivo onde são atribuídos os grupos aos usuários ou ips.<br />
# agora podemos também atribuir faixas de ips<br />
filtergroupslist = &#8216;/etc/dansguardian/lists/filtergroupslist&#8217;</p>
<p># Ips sem acesso<br />
bannediplist = &#8216;/etc/dansguardian/lists/bannediplist&#8217;<br />
# Ips com acesso total<br />
exceptioniplist = &#8216;/etc/dansguardian/lists/exceptioniplist&#8217;</p>
<p># high enough, reported. on | off<br />
showweightedfound = on</p>
<p># 2 = on, singular = each weighted phrase found only counts once on a page.<br />
weightedphrasemode = 2</p>
<p>urlcachenumber = 1000<br />
urlcacheage = 900<br />
scancleancache = on</p>
<p># 2 = both of the above (default)<br />
phrasefiltermode = 2</p>
<p># 0 = force lower case (default)<br />
preservecase = 0</p>
<p># off = disabled (default)<br />
# on = enabled<br />
hexdecodecontent = off</p>
<p># off (default) | on (Big5 compatible)<br />
forcequicksearch = off</p>
<p># bannedsitelist file instead.<br />
reverseaddresslookups = off</p>
<p># leave it off.<br />
reverseclientiplookups = off</p>
<p># is, enabling this option does not incur any additional forward DNS requests.<br />
logclienthostnames = off</p>
<p># be significant.  Fast computers do not need this option. on | off<br />
createlistcachefiles = on</p>
<p># use -1 for no blocking<br />
#maxuploadsize = 512<br />
#maxuploadsize = 0<br />
maxuploadsize = -1</p>
<p># The size is in Kibibytes &#8211; eg 2048 = 2Mb<br />
# use 0 to set it to maxcontentramcachescansize<br />
maxcontentfiltersize = 256</p>
<p># use 0 to set it to maxcontentfilecachescansize<br />
# This option may be ignored by the configured download manager.<br />
maxcontentramcachescansize = 2000</p>
<p># The size is in Kibibytes &#8211; eg 10240 = 10Mb<br />
maxcontentfilecachescansize = 20000</p>
<p># RAM cache.<br />
filecachedir = &#8216;/tmp&#8217;</p>
<p># on|off (defaults to on)<br />
deletedownloadedtempfiles = on</p>
<p># This may be ignored by the configured download manager.<br />
initialtrickledelay = 20</p>
<p># This may be ignored by the configured download manager.<br />
trickledelay = 10</p>
<p># Controle dobre gerenciador de Downloads<br />
downloadmanager = &#8216;/etc/dansguardian/downloadmanagers/fancy.conf&#8217;<br />
downloadmanager = &#8216;/etc/dansguardian/downloadmanagers/default.conf&#8217;</p>
<p># The default of 60 seconds is probably reasonable.<br />
contentscannertimeout = 60</p>
<p># (on|off) default = off<br />
contentscanexceptions = off</p>
<p># Este plugin deve ser habilitado para aparecer os usuários no log do Dansguardian<br />
authplugin = &#8216;/etc/dansguardian/authplugins/proxy-basic.conf&#8217;</p>
<p># Defaults to off.<br />
recheckreplacedurls = off</p>
<p># Importante, deve ser habilitado para repassar os ips clientes ao squid.<br />
forwardedfor = on</p>
<p># Warning &#8211; headers are easily spoofed. on | off<br />
usexforwardedfor = off</p>
<p># it on or off<br />
logconnectionhandlingerrors = on</p>
<p># useful in production.<br />
logchildprocesshandling = off</p>
<p># On large sites you might want to try 180.<br />
maxchildren = 120</p>
<p># On large sites you might want to try 32.<br />
minchildren = 8</p>
<p># sets the minimum number of processes to be kept ready to handle connections.<br />
# On large sites you might want to try 8.<br />
minsparechildren = 4</p>
<p># sets the minimum number of processes to spawn when it runs out<br />
# On large sites you might want to try 10.<br />
preforkchildren = 6</p>
<p># sets the maximum number of processes to have doing nothing.<br />
# When this many are spare it will cull some of them.<br />
# On large sites you might want to try 64.<br />
maxsparechildren = 32</p>
<p># On large sites you might want to try 10000.<br />
maxagechildren = 500</p>
<p># browse the web. Set to 0 for no limit, and to disable the IP cache process.<br />
maxips = 0</p>
<p># Defines IPC server directory and filename used to communicate with the log process.<br />
ipcfilename = &#8216;/tmp/.dguardianipc&#8217;</p>
<p># Defines URL list IPC server directory and filename used to communicate with the URL<br />
# cache process.<br />
urlipcfilename = &#8216;/tmp/.dguardianurlipc&#8217;</p>
<p># Defines IP list IPC server directory and filename, for communicating with the client<br />
# IP cache process.<br />
ipipcfilename = &#8216;/tmp/.dguardianipipc&#8217;</p>
<p># on|off (defaults to off)<br />
nodaemon = off</p>
<p># Disable logging process<br />
# on|off (defaults to off)<br />
nologger = off</p>
<p># Enable logging of &#8220;ADs&#8221; category blocks<br />
# on|off (defaults to off)<br />
logadblocks = off</p>
<p># Enable logging of client User-Agent<br />
# Some browsers will cause a *lot* of extra information on each line!<br />
# on|off (defaults to off)<br />
loguseragent = off</p>
<p># on|off (defaults to off)<br />
softrestart = off</p>
<p># Mail program<br />
# Path (sendmail-compatible) email program, with options.<br />
# Not used if usesmtp is disabled (filtergroup specific).<br />
mailer = &#8216;/usr/sbin/sendmail -t&#8217;<br />
Criando grupos no Dansguardian<br />
Segundo o changelog do Dansguardian, a partir da versão 2.9.2.0 foi excluída a lista exceptionuserlist, e na versão 2.9.3.0 foi adicionado X-Forwarded-For, que é o repasse dos IPs clientes ao Squid. Vamos detalhar aqui essas melhorias e suas configurações.</p>
<p>Sem exceptionuserlist e agora, como farei para liberar acesso total a um usuário?</p>
<p>Para liberar acesso total a usuários devemos criar um grupo para estes usuários com tais permissões, criaremos este grupo.</p>
<p>No diretório do Dansguardian criaremos um novo diretório, grupo2:</p>
<p># cd /etc/dansguardian<br />
# mkdir grupo2</p>
<p>Diretório lists:</p>
<p># cd lists</p>
<p>Listando os arquivos:</p>
<p># ls<br />
authplugins<br />
bannedregexpheaderlist<br />
contentregexplist<br />
exceptionfileurllist<br />
exceptionsitelist<br />
headerregexplist<br />
pics<br />
bannedextensionlist<br />
bannedregexpurllist<br />
contentscanners<br />
exceptioniplist<br />
exceptionurllist<br />
logregexpurllist<br />
updateblacklist.sh<br />
bannediplist<br />
bannedsitelist<br />
downloadmanagers<br />
exceptionmimetypelist<br />
filtergroupslist<br />
logsitelist<br />
urlregexplist<br />
bannedmimetypelist<br />
bannedurllist<br />
exceptionextensionlist<br />
exceptionphraselist<br />
greysitelist<br />
logurllist<br />
weightedphraselist<br />
bannedphraselist<br />
blacklists<br />
exceptionfilesitelist<br />
exceptionregexpurllist<br />
greyurllist<br />
phraselists</p>
<p>Copiaremos os arquivos necessários para o diretório que criamos, &#8220;grupo2&#8243;.</p>
<p># cp banned* contentregexplist exception* grey* headerregexplist pics weightedphraselist urlregexplist ../grupo2</p>
<p>Editar todos os arquivos deixando todas as linhas comentadas para que não haja nenhum bloqueio a este grupo. Comente com o parâmetro #, caso futuramente crie mais grupos faremos os mesmos passos descomentando as linhas que desejamos bloquear.</p>
<p>Voltaremos ao diretório anterior:</p>
<p># cd ..</p>
<p>Faremos uma cópia do arquivo dansguardianf1.com para o nosso grupo 2, este arquivo é o arquivo de configurações dos grupos, o grupo default é o grupo 1, usuários ou IPs que não forem atribuídos a grupos por padrão caem neste grupo 1.</p>
<p># cp dansguardianf1.conf dansguardianf2.conf</p>
<p>Abrindo o arquivo para edição:</p>
<p># vim dansguardianf2.conf</p>
<p>Edite este parâmetro (no exemplo do conf anterior, já está alterado):</p>
<p>* groupmode = 1 coloque o número deste grupo<br />
* groupmode = 2<br />
Veja esta linha:<br />
bannedphraselist = &#8216;/etc/dansguardian/lists/bannedphraselist&#8217;<br />
Ela indica a lista de frase banidas, mas está ainda indicando para a lista do grupo default.</p>
<p>Então executaremos o comando dentro do vim para trocar todas estas linhas:</p>
<p>:%s/lists/grupo2/g</p>
<p>O parâmetro:</p>
<p>* naughtynesslimit = 999</p>
<p>Indica o índice de &#8220;sem vergonhice&#8221;, ou seja, a pontuação máxima da página, se por exemplo tiver muitas palavras impróprias dentro do site este será bloqueado, colocaremos um índice bem alto, porque a intenção aqui é criarmos um grupo com acesso total.</p>
<p>Salvar o arquivo e sair, agora editaremos o arquivo dansguardian.conf:</p>
<p># vim dansguardian.conf</p>
<p>Edite a linha que indica a quantidade de grupo existente, no máximo 9.</p>
<p>filtergroups = 1</p>
<p>Para:<br />
filtergroups = 2<br />
Atribuindo grupos a usuários<br />
Dentro do diretório /etc/dansguardian/lists temos o arquivo filtergroupslist, editaremos este arquivo:</p>
<p># vim filtergrouplist<br />
# Filter Groups List file for DansGuardian<br />
#<br />
# Format is =filter&lt;1-9&gt; where 1-9 are the groups<br />
#<br />
# Eg:<br />
#<br />
# This file is only of use if you have more than 1 filter group<br />
#Atribua aqui o usuários do grupo 2, ex:<br />
hendrigo=filter2</p>
<p>#Também pode ser atribuído um ip:<br />
192.168.0.100=filter2<br />
Reinicie o Dansguardian:</p>
<p># /etc/init.d/dansguardian restart</p>
<p>Conclusão<br />
O Dansguardian é um excelente filtro de conteúdo que vem melhorando a cada atualização, nele existem muitos arquivos que podemos manipular e em conjunto com Squid se torna um excelente serviço para empresas.</p>
<p>Atualmente estou desenvolvendo um interface web para manipulação do Dansguardian, que será meu TCC de conclusão de pós. Espero que até no início de 2010 a conclua, pretendo disponibilizá-la com licença GPL, tomara que seja uma boa aplicação e ajude muitos usuários do Dansguardian.</p>
<p>Referências: http://dansguardian.org/</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luizoliveira.org/linux/dansguardian-versoes-2-9-3-0-e-superiores-em-debian-5-01/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Linux no Pendrive</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/linux-no-pendrive/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/linux-no-pendrive/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 16:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Live USB é um dispositivo (drive) USB que contém um sistema operacional completo, pronto para ser inicializado. Dessa forma, o sistema do computador roda todas as operações a partir do drive USB, dispensando a instalação de qualquer dado no disco rígido. Live USBs podem ser usados para recuperação de dados, para testar sistemas operacionais sem precisar instalá-los no disco rígido ou simplesmente para levar de forma portátil seu sistema operacional preferido. Hoje em dia, com a popularização dos flash drives, já existem várias distribuições Linux disponíveis para serem usadas na forma de Live USBs. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Formatação do pendrive<br />
Formatação<br />
IMPORTANTE: Antes de restaurar seu pendrive com o objetivo de prepará-lo para funcionar como Live USB, faça um backup de informações contidas nele, pois após efetuar os passos abaixo todo seu conteúdo será apagado. Todo seu conteúdo será perdido e ele retornará ao seu estado original, como se nunca houvesse sido usado.</p>
<p>Agora que já explicamos o funcionamento de um sistema Live USB (onde o computador inicializa o sistema operacional a partir do pendrive via USB), vamos ao primeiro passo da criação do seu Live USB: a formatação do pendrive. Conforme explicado acima, a formatação restaura o pendrive ao estado original, apagando qualquer arquivo nele presente, assim como todas as pastas e partições que podem estar contidas nele.</p>
<p>Restaurando o pendrive ao estado original<br />
Primeiro é necessário apagar as partições existentes no pendrive (mesmo que só exista uma):</p>
<p>   1. Abra uma seção do terminal e digite sudo su;<br />
   2. Digite fdisk -l e localize a letra correspondente ao seu pendrive;<br />
   3. Digite fdisk /dev/sdx (onde x é a letra correspondente ao seu pendrive localizada no passo anterior);<br />
   4. Digite d para deletar a partição;<br />
   5. Digite 1 para selecionar a primeira partição e tecle enter;<br />
   6. Digite d para apagar alguma outra partição presente (se necessário).</p>
<p>Agora será criada a nova partição:</p>
<p>   1. Digite n para criar uma nova partição;<br />
   2. Digite p para fazer a partição ser criada como principal e tecle enter;<br />
   3. Digite 1 para fazer a partição ser criada como a primeira e tecle enter;<br />
   4. Tecle enter para aceitar o primeiro cilindro padrão;<br />
   5. Tecle enter novamente para aceitar o último cilindro padrão;<br />
   6. Digite w para escrever as informações da nova partição no pendrive;<br />
   7. Digite umount /dev/sdx (substituindo x pela letra correspondente ao seu pendrive).</p>
<p>O último passo é criar o sistema de arquivos fat (padrão mais comum entre os flash drives):</p>
<p>Digite: mkfs.vfat -F 16 /dev/sdx1 (substituindo x pela letra correspondente ao seu pendrive).</p>
<p>Pronto! Agora seu pendrive retornou ao estado original, contendo apenas uma partição vazia (no padrão fat16) que pode ser lida por qualquer computador e está apto para ser usado como um Live USB. Mais a frente veremos como fazê-lo. Criaremos o live USB do zero, a partir de uma distribuição Linux padrão baseada no Debian e, depois, criaremos um live USB a partir de uma imagem da sua própria distribuição (mantendo suas configurações e preferências). </p>
<p>Começando do zero<br />
Agora instalaremos uma distribuição nova no pendrive. Para quem está iniciando agora a criação de live USBs, essa alternativa é a mais indicada, pois a distribuição que será usada já foi criada de forma portátil e dispensa configurações ou alterações. Mais a frente veremos como criar um Live USB a partir da distribuição já usada em seu computador, podendo criar um live USB totalmente customizado.</p>
<p>Preparando a instalação<br />
Para instalarmos a nova distribuição no pendrive, são necessários os seguintes componentes:</p>
<p>   1. O pendrive restaurado (conforme visto na lição anterior);<br />
   2. A imagem da distribuição a ser instalada;<br />
   3. Um computador rodando um sistema operacional Linux.</p>
<p>Usaremos a imagem de uma distribuição Linux disponibilizada no site do projeto Pen Drive Linux. Antes de começar, faça o download da imagem clicando no link a seguir:</p>
<p>    * downloads.sourceforge.net &#8211; pendrivelinux.img</p>
<p>Nota: No site www.pendrivelinux.com estão disponíveis diversas distribuições portáteis baseadas em sistemas como SuSE e Ubuntu. A instalação dessas distribuições é bastante semelhante à apresentada a seguir.</p>
<p>Obtendo e instalando o PendriveLinux no USB<br />
Nos passos a seguir será instalado no pendrive a imagem do sistema operacional.</p>
<p>   1. Insira o pendrive na conexão USB;<br />
   2. Inicie normalmente seu computador (rodando o sistema operacional Linux);<br />
   3. Faça o download da distribuição pelo link acima;<br />
   4. Abra uma seção do terminal e digite sudo su;<br />
   5. Ainda no terminal, vá para o diretório onde você salvou o arquivo pendrivelinux.img;<br />
   6. Digite fdisk -l e verifique a letra que representa o seu pendrive. Exemplo:/dev/sdX(X representa a letra do seu drive USB. Pelo resto dessa lição, substitua X pela letra de seu drive);<br />
   7. Digite dd if=pendrivelinux.img of=/dev/sdX</p>
<p>Criando a segunda partição para salvar alterações<br />
Agora que já foi criada a partição principal contendo a distribuição, é possível criar uma segunda partição que servirá para salvar arquivos e possíveis alterações:</p>
<p>   1. No terminal, digite fdisk /dev/sdX;<br />
   2. Digite n (cria nova partição);<br />
   3. Digite p (faz da partição criada uma partição primária);<br />
   4. Digite 2 (faz da partição criada a segunda partição primária);<br />
   5. Tecle enter para aceitar o primeiro cilindro padrão;<br />
   6. Tecle enter novamente para aceitar o último cilindro padrão;<br />
   7. Digite w (salva a nova partição criada no pendrive);<br />
   8. Digite umount /dev/sdX1, então remova e reinsira o pendrive na conexão USB;<br />
   9. No terminal digite mkfs.ext2 -b 4096 -L live-rw /dev/sdX2</p>
<p>IMPORTANTE: Na tela de boot é necessário digitar live persistent para usar a segunda partição para salvar alterações ou arquivos.</p>
<p>Nenhuma senha root foi definida no processo. Para tal, abra o terminal e digite sudo passwd root, então entre com a senha que você deseja para o root.</p>
<p>O nome de usuário padrão é &#8220;user&#8221; e a senha de usuário &#8220;live&#8221;.</p>
<p>A instalação da imagem e da partição para alterações foi completa e o Live USB está pronto para ser utilizado como unidade de boot. Uma vez inicializado o sistema operacional poderá ser configurado e alterado de várias formas e as alterações ficam salvas na segunda partição.</p>
<p>Veremos agora como criar um Live USB a partir de uma distribuição Linux já existente.<br />
Criação do Live USB personalizado &#8211; Portabilizando suas preferências<br />
Criando uma imagem portátil<br />
Para finalizar, veremos como transformar o seu sistema operacional em um live USB. Diferente do procedimento, quando uma nova distribuição foi criada do zero, agora veremos como criar um flash drive que carregue o mesmo sistema usado no computador, de forma que é possível levar suas preferências e configurações a qualquer lugar com o pendrive.</p>
<p>Criar um live USB personalizado não é complicado e é possível fazê-lo em quase todas as distribuições Linux disponíveis. Usaremos como base um sistema rodando a distribuição Debian, mas o processo para outras distribuições é muito semelhante.</p>
<p>Será usado nesse procedimento uma ferramenta chamada Live-Helper, criada por Daniel Baumann, colaborador do projeto Debian Live. O Live-Helper nada mais é que um conjunto de scripts e ferramentas que facilitam o processo de criação de distribuições Live.</p>
<p>Instalando e configurando o Live-Helper<br />
Nesse primeiro passo será instalada e configurada a ferramenta Live-Helper, que auxilia na criação da distribuição portátil.</p>
<p>   1. Abra uma seção do terminal e digite: sudo gedit /etc/apt/sources.list<br />
   2. Adicione &#8220;deb http://live.debian.net/debian/ etch main&#8221; à lista e salve o arquivo;<br />
   3. De volta ao terminal digite: sudo apt-get update<br />
   4. Digite: sudo apt-get install debian-unofficial-archive-keyring<br />
   5. Digite: sudo apt-get install live-helper</p>
<p>Com o Live-Helper devidamente instalado, é necessário escolher as configurações do sistema live a ser criado.</p>
<p>Configurando o sistema Live</p>
<p>   1. Faça login como usuário root;<br />
   2. No terminal, digite: lh_config</p>
<p>Agora é possível configurar os arquivos que foram criados no diretório debian-live/config/ (esse diretório foi criado na home do usuário root).</p>
<p>    * Abra o arquivo debian-live/config/chroot e edite o parâmetro LIVE_INTERACTIVE dessa forma: LIVE_INTERACTIVE=&#8221;enabled&#8221;<br />
    * É recomendado que se edite o parâmetro de pacotes (também no arquivo chroot) a serem instalados com a distribuição Live. Por exemplo: LIVE_PACKAGES_LISTS=&#8221;gnome&#8221; (instalará o ambiente gráfico Gnome);<br />
    * Salve as alterações e feche o arquivo chroot;<br />
    * Abra o arquivo debian-live/config/binary e edite o parâmetro de imagem LIVE_BINARY_IMAGES da seguinte forma: LIVE_BINARY_IMAGES=&#8221;usb-hdd&#8221;<br />
    * Salve e feche o arquivo binary.</p>
<p>Construindo a imagem do sistema portátil<br />
Agora que a imagem foi configurada, o sistema portátil está pronto para ser criado.</p>
<p>No terminal digite:</p>
<p># cd debian-live (vai para o diretório onde a imagem será criada)</p>
<p>Digite:</p>
<p># lh_build (começa o processo de criação da imagem conforme configurada anteriormente)</p>
<p>Durante o processo de criação o Live-Helper criará um diretório com o nome de &#8220;chroot&#8221; contendo o arquivo de sistema Linux que será comprimido mais tarde. Quando terminar de instalar os componentes necessários, iniciará um processo shell interativo, pausando a criação da imagem e possibilitando ao usuário escolher e instalar pacotes adicionais e fazer alterações antes de comprimir os arquivos e finalizar a imagem Live.</p>
<p>No terminal, quando o script responder da seguinte forma:</p>
<p>&#8220;Pausing build: starting interactive shell&#8221;</p>
<p>Faça suas alterações, caso queira e digite &#8220;exit&#8221; para que o Live-Helper continue.</p>
<p>Com o Live-Helper finalizado, sua imagem live foi criada com sucesso, de acordo com as configurações definidas, no diretório debian-live/chroot. Para instalar essa imagem no pendrive e criar seu live USB personalizado basta seguir os passos que abordamos no procedimento de instalação anterior. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como instalar o VERO na versão 3.0 do BrOffice.org</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/tutoriais/como-instalar-o-vero-na-versao-30-do-brofficeorg/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 23:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[Para instalar o corretor ortográfico já com as mudanças ortográficas basta seguir o passo a passo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<script src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js" type="text/javascript"></script> <a href="http://www.luizoliveira.org/wp-content/uploads/2009/01/vao.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-350" title="vao" src="http://www.luizoliveira.org/wp-content/uploads/2009/01/vao.png" alt="" width="66" height="75" /></a><span style="color: #426380;">Para instalar o corretor ortográfico já com as mudanças ortográficas basta seguir o passo a passo. </span> <span style="color: #426380;">Após baixar o arquivo Vero_pt_BR_V203AOC.oxt da página do Vero.  1.Abra o BrOffice.org;  2.Clique em &gt;&gt;Ferramentas&gt;&gt;Gerenciador de Extensão;  Importante: Caso exista extensão do Vero instalada remova-a (Portuguese spelling dictionary (Brasil)).  3.Em seguida clique em &gt;&gt;Adicionar;  4.Selecione o arquivo baixado;  5.Depois siga as orientações do programa para concluir a instalação;  6.Feche o BrOffice, inclusive o Iniciador Rápido (Sair do Iniciador Rápido). Se não conseguir reinicie o computador.</span><br />
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<p> <span style="color: #426380;"><strong>Nas Versões anteriores:</strong><br />
 </span></p>
<p><span style="color: #426380;">Descompacte o arquivo .ZIP, copie os arquivos gerados &#8211; pt_BR.aff e pt_BR.dic &#8211; para a subpasta do BrOffice.org:<br />
 &#8230;Share\Dict\ooo</span></p>
<p><span style="color: #426380;">Se usa MS Windows o caminho deve ser este:<br />
 C:\Arquivos de programas\BrOffice.org 2.x\share\dict\ooo</span></p>
<p><span style="color: #426380;">Se usa LINUX proceda assim:<br />
 Como Root, execute os seguintes comandos no Terminal Console:</span></p>
<p><span style="color: #426380;"> updatedb </span></p>
<p><span style="color: #426380;"> Em  seguida,</span></p>
<p><span style="color: #426380;"> locate ooo</span></p>
<p><span style="color: #426380;"> Será listado todos os lugares onde é encontrada a pasta &#8216;ooo&#8217;.<br />
 Identifique a que tiver como subpasta /share/dict/ooo e copie os arquivos nela</span></p>
<p><span style="color: #426380;"> Os arquivos podem ser copiados usando o seguinte comando: </span></p>
<p><span style="color: #426380;"> sudo cp [origem]  [destino]</span></p>
<p><span style="color: #426380;"> Onde &#8216;origem&#8217; é o local em que os arquivos foram baixados e descompactados.<br />
 E &#8216;destino&#8217; o caminho onde o OpenOffice guarda os dicionários ( &#8230;\Share\Dict\ooo) </span></p>
<p><span style="color: #426380;"><strong>Obs.:</strong> Para usuários do Ubuntu Hardy o caminho é: /usr/share/myspell/dicts<br />
 (Colaboração Emanuel Woiski)</span></p>
<p><span style="color: #426380;"><strong>Dictionary.lst</strong></span></p>
<p><span style="color: #426380;">Neste caminho há um arquivo nominado Dictionary.lst, que pode ser aberto com o editor de texto do próprio BrOffice.org. </span></p>
<p><span style="color: #426380;">Inclua a seguinte linha no final do arquivo (se não existir):</span></p>
<p><span style="color: #426380;"> DICT pt BR pt_BR</span></p>
<p><span style="color: #426380;">Em seguida salve-o. Feche o BrOffice, inclusive o Iniciador Rápido (Sair do Iniciador Rápido). Se não conseguir reinicie o computador.</span></p>
<p><span style="color: #426380;">E pronto, é só usar.</span></p>
<p><span style="color: #426380;"><script type="text/javascript"><!--
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		</item>
		<item>
		<title>Recuperando HD no Linux</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/recuperando-hd-no-linux/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/recuperando-hd-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 00:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=200</guid>
		<description><![CDATA[Esse artigo trata sobre a recuperação de dados usando o comando dd, esse software faz uma cópia bit a bit, idêntica e perfeita do HD, não importando o conteúdo do mesmo. Por isso pode ser utilizado em qualquer tipo de sistema de arquivos, como FAT, FAT32, NTFS, HPFS, EXT2, EXT3, REISERFS etc.. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<br />
O disco de origem deverá ser do mesmo tamanho ou menor que o HD de destino, senão será impossível fazer a clonagem.</p>
<p>A melhor forma é coloque o HD de origem como primary master e o de destino como primary slave.</p>
<p>No caso da partição corrompida ser NTFS, muito comum em empresas que possuem mais de um sitema em suas maquinas, não hã um material muito farto sobre ferramentas, mas existe programas pagos que podem ajudar<br />
Para recuperar, primeiro é necessário passar o conteúdo de um HD pra outro, ou criar uma &#8220;imagem&#8221; para instalação ou recuperação.</p>
<p>Abra o shell e execute o comando abaixo como root:</p>
<p>dd if=/dev/hda of=/dev/hdb<br />
A clonagem é demorada, um HD de 20GB/5400rpm pra um HD de 80GB/7200, o tempo é cerca de uma hora.</p>
<p>Ao terminar o dd informará os dados da clonagem.</p>
<p>Ex:<br />
Um HD de 40Gb ATA100 demora 40 minutos com comando abaixo:<br />
dd if=/dev/hd_origem of=/dev/hd_destino bs=1M count=40960</p>
<p>É possível otimizar o uso do dd:</p>
<pre>dd if=/dev/origem of=/dev/destino bs=100M conv=noerror</pre>
<p>bs =&gt; tamanho do bloco a ser copiado &#8211; depende da RAM da maquina, quanto  maior, mais rápido.</p>
<p>conv=noerror =&gt; ideal para discos problemáticos (quando á necessidade de  copia para análise forense ou outros fins). Continua o processo mesmo  encontrando erros.<br />
Finalmente iniciar a cópia do HD (nesse caso o hda &#8211; primário)</p>
<p>dd conv=noerror if=/dev/hda | gzip -9 | split -a 4 -b 695m &#8211; ./temp/backup_</p>
<p>O conteúdo ficará assim: backup_aaa backup_aab backup_aac <strong>&#8230;.</strong></p>
<p>Esses arquivos são a imagem do HD completa e compactada, com todas as  partições e o MBR.</p>
<pre></pre>
<p>
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