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	<title>Luiz Oliveira</title>
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	<description>Linux, Windows, Tutoriais, dicas e diversas notícias sobre TI</description>
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		<title>Resetar Cilindro da Impressora Sharp AL 1645</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 12:39:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Impressoras]]></category>
		<category><![CDATA[SHARP AL 1645]]></category>

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		<description><![CDATA[Para resetar o cilindro da impressora multifuncional Sharp AL 1645 é muito fácil veja como fazer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para resetar o cilindro da impressora Sharp AL1645 basta seguir o passo a passo a seguir:</p>
<p>Com a copiadora ligada aperte  RAPIDAMENTE o botão ALTO;</p>
<p>Depois o botão  C<br />
Novamente o botão ALTO<br />
Depois o botão C<br />
Novamente o botão ALTO e depois o botão C<br />
A copiadora vai desligar o painel<br />
depois como se voce fosse tirar cópias<br />
digite 24 e aperte o botão VERDE<br />
DEPOIS<br />
digite 07 e aperte o botão VERDE<br />
A MÁQUINA VAI FICAR PISCANDO O VISOR.<br />
Você desliga a impressora, espera uns 10 segundos e liga.</p>
<p>Pronto! a máquina está resetada para imprimir mais 9.000 páginas</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resetar o Cilindro da Brother MCF7220</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 12:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brother]]></category>
		<category><![CDATA[Impressoras]]></category>

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		<description><![CDATA[Para resetar o cilindro da Brother MCF7220 é muito Simples]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abra o compartimento do tonner e pressione a tecla Opções</p>
<p>pressione a tecla 1</p>
<p>Vai aparecer uma mensagem no visor perguntando se você quer mesmo resetar o cilindro, aceite.</p>
<p>Pronto!</p>
<p>Agora é só fechar a tampa e usar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Limpando A Tela De Um Notebook</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/dicas/limpando-a-tela-de-um-notebook/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 18:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja neste post como é fácil deixar a tela do seu notebook novinha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luizoliveira.org/wp-content/uploads/2010/05/notebook-acer-travelmate-4100.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-482" title="notebook-acer-travelmate-4100" src="http://www.luizoliveira.org/wp-content/uploads/2010/05/notebook-acer-travelmate-4100-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Para realizar a limpeza você vai usar, nada mais nada menos que dois pedaços de algodão e um pouco de água, isso mesmo, água ( caso a tela esteja com muita poeira, recomendo você passar um pincel ou um algodão seco pra tirar a poeira grossa e só depois começar a seguir as etapas )</p>
<p> Vamos as etapas:</p>
<p>1ª Molhe um dos algodões e depois retire o excesso de água, deite o notebook com a tela no seu colo ou em alguma superficie plana, e vá passando suavemente sobre toda a tela, principalmente nos cantos, pois é onde se concentra toda a poeira. Não esqueça que a tela é sensível e todo o processo DEVE ser feito com suavidade.</p>
<p>2ª Com o algodão seco,vá esfregando sobre toda a tela até secá-la, no final dessa etapa, você verá que sua tela estará limpa e bem cuidada com aspecto de nova.</p>
<p>Devo ressaltar o cuidado com o excesso de água no algodão, ele deve ficar apenas úmido.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Login automático no Windows 7</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/geral/login-automatico-no-windows-7/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 16:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você é o único usuário do PC é possível fazer um login automático no Windows 7]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é o único usuário do PC é possível fazer um login automático. Tecle netplwiz no campo de busca do Windows 7. Clique no usuário desejado e desmarque Os usuários devem digitar um nome de usuário e senha para usar este computador.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cálculo de Subnets e Entendendo os Saltos</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/rede/calculo-de-subnets-e-entendendo-os-saltos/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/rede/calculo-de-subnets-e-entendendo-os-saltos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 13:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rede]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos falar de subnets? É extremamente impostante que um IT Professional tenha a capacidade de calcular subnets, por conta disto iremos juntos trabalhar com um ambiente e entender como fazer para cumprir com esta tarefa sem sofrer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos falar de subnets? É extremamente impostante que um IT Professional  tenha a capacidade de calcular subnets, por conta disto iremos juntos  trabalhar com um ambiente e entender como fazer para cumprir com esta  tarefa sem sofrer, rs&#8230;</p>
<p>Imaginem que solicitado a você criar uma 08 subnets, mas sua  responsabilidade é permitir uma expansão futura para mais quatro subnets  adicionais e a rede da sua empresa é de classe B 172.23.0.0. Muito bem,  nossa responsabilidade aqui é equalizar a necessidade atual e suportar a  demanda futura, então começaremos definindo o número de divisões  possíveis para chegar no total de subnets exigida.<br />
Como precisaremos pensar em 12 subnets iremos aplicar a regra de 2N (dois elevado a N que é igual a  notação decimal que compoe o total de divisões possíveis). Vamos lá&#8230;</p>
<p>2*4 = 16</p>
<p>Isto quer dizer que iremos utilizar 4 bits para a nossa operação, isto  em uma composição binária seria:</p>
<p>11111111.11111111.11110000.00000000<br />
255.255.240.0 = 172.23.0.0/20</p>
<p>Ótimo, chegamos na mascara de rede! Já sabemos que dentro desta notação  poderemos incluir 16 subnets, agora precisaremos descobrir quais os  saltos que ocorrerão na composição das subnets, certo? Isto é simples  basta olharmos para o bit de baixa ordem, no nosso caso o 16 (Como assim  16!?!?! Lembra da notação decimal? Cada bit do octeto tem um  valor da direita para a esquerda elevando 2 de 0 até 7, faça as contas e  verás que quando chegar no bit número 5 teremos que elevar a 4. Logo 2  elevado a 4 é igual a 16). Então os saltos irão ocorrer de 16 em 16  ficando assim:</p>
<p><strong>Rede Original:</strong> 172.23.0.0<br />
<strong>Mascara Original:</strong> 255.255.0.0</p>
<p><strong>Subnet 1:</strong> 172.23.0.0<br />
10101100.00010111.<strong>0000</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 2:</strong> 172.23.16.0<br />
10101100.00010111.<strong>0001</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 3:</strong> 172.23.32.0<br />
10101100.00010111.<strong>0010</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 4:</strong> 172.23.48.0<br />
10101100.00010111.<strong>0011</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 5:</strong> 172.23.64.0<br />
10101100.00010111.<strong>0100</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 6</strong>: 172.23.80.0<br />
10101100.00010111.<strong>0101</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 7:</strong> 172.23.96.0<br />
10101100.00010111.<strong>0110</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 8:</strong> 172.23.112.0<br />
10101100.00010111.<strong>0111</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 9:</strong> 172.23.128.0<br />
10101100.00010111.<strong>1000</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 10:</strong> 172.23.144.0<br />
10101100.00010111.<strong>1001</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 11:</strong> 172.23.160.0<br />
10101100.00010111.<strong>1010</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 12:</strong> 172.23.176.0<br />
10101100.00010111.<strong>1011</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 13:</strong> 172.23.192.0<br />
10101100.00010111.<strong>1100</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 14:</strong> 172.23.208.0<br />
10101100.00010111.<strong>1101</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 15:</strong> 172.23.224.0<br />
10101100.00010111.<strong>1110</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 16:</strong> 172.23.240.0<br />
10101100.00010111.<strong>1111</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Nova Mascara:</strong> 255.255.240.0<br />
11111111.11111111.<strong>1111</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Primeiro Host:</strong> 172.23.0.1<br />
<strong>Ultimo Host:</strong> 172.23.240.254<br />
<strong>Broadcast:</strong> 172.23.240.255</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cálculo de Número de Hosts</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/rede/calculo-de-numero-de-hosts/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/rede/calculo-de-numero-de-hosts/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 13:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rede]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como efetuar o cálculo de hosts para uma sub-rede]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de hosts é um cálculo bastante simples, a  primeira coisa a fazer é converter a máscara 255.255.248.0 em binário,  onde teremos:</p>
<p>11111111.11111111.11111000.00000000 -&gt; 255.255.248.0</p>
<p>Contando o número de zeros da esquerda para a direita teremos 11  portanto o valor será 2 elevado a 11 = 2048, daí subtraimos sempre 2  para os reservados e teremos o total de 2.046 que é a minha resposta  para o que foi pedido.</p>
<p>Abaixo transcrevo uma tablela já pronta, envolvendo sub-redes e hosts de  uma rede classe A.</p>
<p>Número de sub-redes-Número de bits para sub-rede-Máscara de sub-rede  -Número de  hosts por sub-rede</p>
<p>1-2&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.128.0.0  ou /9&#8230;&#8230;&#8230;.8.388.606<br />
3-4&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  2&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.192.0.0 ou  /10&#8230;&#8230;..4.194.302<br />
5-8&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;  3&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.224.0.0 ou  /11&#8230;&#8230;&#8230;2.097.150<br />
9-16&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  4&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.240.0.0 ou  /12&#8230;&#8230;&#8230;1,048.574<br />
17-32&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;5&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;  255.248.0.0 ou /13&#8230;&#8230;&#8230;524.286<br />
33-64&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..  6&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.252.0.0 ou  /14&#8230;&#8230;&#8230;262.142<br />
65-128&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;  7&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.254.0.0 ou  /15&#8230;&#8230;&#8230;131.070<br />
129-256&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  8&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.255.0.0 ou /16  &#8230;&#8230;&#8230;65.534<br />
257-512&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  9&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.255.128.0 ou  /17&#8230;&#8230;32.766<br />
513-1.024&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.10&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.192.0  ou /18&#8230;.. 16.382<br />
1.025-2.048&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.11&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.224.0  ou /19 &#8230;&#8230;8.190<br />
2.049-4.096&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.12&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.240.0  ou /20&#8230;&#8230;.4.094<br />
4.097-8.192&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.13&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.248.0  ou /21&#8230;&#8230;.2.046<br />
8.193-16.384&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..14&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.252.0  ou /22&#8230;&#8230;.1.022<br />
16.385-32.768&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;15&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.254.0  ou /23&#8230;&#8230;.. 510<br />
32.769-65.536&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;16&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.0  ou /24&#8230;&#8230;.. 254<br />
65.537-131.072&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.17&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.128  ou /25&#8230;. 126<br />
131.073-262.144&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..18&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.192  ou /26&#8230;&#8230;62<br />
262.145-524.288&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..19&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.224  ou /27&#8230;&#8230;30<br />
524.289-1.048.576&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..20&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.240  ou /28&#8230;&#8230;14<br />
1.048.577-2.097.152&#8230;&#8230;&#8230;..21&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.248  ou /29&#8230;&#8230;..6<br />
2.097.153-4.194.304&#8230;&#8230;&#8230;..22&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.252  ou /30&#8230;&#8230;..2</p>
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		<title>UltraSurf 9.6: Como bloquear</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/ultrasurf-9-6-como-bloquear/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 14:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

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		<description><![CDATA[Vários usuários nos têm reportado que o script que criamos para combater o UltraSurf não tem sido eficiente no bloqueio da nova versão lançada no final do mês passado, o UltraSurf 9.6. Então, baixamos a nova versão e, como fizemos com a versão anterior, passamos a analisar o tráfego de uma estação que executava o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vários usuários nos têm reportado que o script que criamos para combater o UltraSurf não tem sido eficiente no bloqueio da nova versão lançada no final do mês passado, o UltraSurf 9.6. Então, baixamos a nova versão e, como fizemos com a versão anterior, passamos a analisar o tráfego de uma estação que executava o UltraSurf.</p>
<p>Uma das principais características que tínhamos observado na versão anterior era a grande quantidade de conexões HTTPS com servidores externos, na ocasião verificamos que o UltraSurf realizava em média 10 conexões simultâneas na porta 443. Utilizamos essa sua peculiaridade para criar o script stopUltraSurf.sh, que, até à versão anterior do UltraSurf, funcionava perfeitamente bloqueando as conexões.</p>
<p>Agora tudo mudou. Na versão 9.6, o UltraSurf tenta inicialmente se conectar a um servidor pertencente à rede 65.49.2.0/24, caso consiga, o acesso será estabelecido e a estação acessará livremente a Internet. Aliás, verificamos que conectado dessa maneira o acesso será bem mais rápido se comparado às versões anteriores do UltraSurf. Como os IPs dessa rede não respondem ao DNS reverso, não têm como serem verificados pelo script stopUltraSurfe.sh, logo a conexão não será bloqueada pelo script.</p>
<p>Uma forma elegante de quebrar essa conexão seria bloqueando o acesso HTTPS a endereços IP que não respondessem ao DNS reverso, fizemos até uma versão do script com essa característica, mas a quantidade de falsos positivos foi bastante grande, pois, infelizmente, vários sites não seguem a recomendação do Comitê Gestor Internet Brasil (CGI.br) que diz: &#8220;Todas as redes conectadas à Internet brasileira devem operar com registros direto e reverso de DNS corretamente configurados.&#8221;, se assim fizessem, teríamos como diferenciar IPs idôneos de IPs supostamente maliciosos. O pior é que sites como o do Banco do Brasil, do Banco Real, do Banco Itaú, do Hotmail etc., que deveriam ser exemplos, não têm o DNS Reverso configurado para os IPs que respondem às conexões HTTPS. Uma pena.</p>
<p>Qual a solução então? Bloquear esses endereços no firewall, o problema é que, se os mantenedores do UltraSurf mudarem a sua range de IPs, o bloqueio falhará. Para efetivar o bloqueio na solução OpçãoLinux PDC, acesse as regras do firewall (opl &gt; Firewall &gt; Editar Regras de Firewall) e altere a linha:</p>
<p>HTTPS/ACCEPT     loc     net<br />
para:</p>
<p>HTTPS/ACCEPT     loc     net:!65.49.2.0/24<br />
Problema resolvido? Ainda não, caso não consiga acesso aos IPs da rede 65.49.2.0/24, o UltraSurf 9.6 tentará acessar os servidores remotos da mesma maneira que fazia nas versões anteriores, só que dessa vez não abrirá diversas conexões HTTPS, fará apenas uma única conexão. Para fazer com que o script stopUltraSurf.sh consiga detectar essa conexão, edite o arquivo /usr/local/bin/stopUltraSurf e altere a variável limitServersHttps=8 para limitServersHttps=1, ou baixe a nova versão do script stopUltraSurf.sh (veja como mais adiante).</p>
<p>Pronto, com o bloqueio da rede 65.49.2.0/24 no firewall e com esse ajuste na variável limitServersHttps, o script stopUltraSurf.sh deverá voltar a funcionar. Bem, pelo menos em nossos testes voltou&#8230;</p>
<p>Prefira utilizar a nova versão do script stopUltraSurf.sh, pois, além de estar mais rápido devido a otimizações feitas no código, será informado também qual nome do servidor que provocou o bloqueio da estação e a data e hora do bloqueio em opl &gt; Firewall &gt; Configurações Avançadas&#8230; &gt; BlackList.</p>
<p>Caso esteja utilizando a versão mais recente da solução OpçãoLinux PDC, que já vem com o script stopUltraSurf.sh nativamente, atualize para a versão mais recente do script através dos comandos abaixo:</p>
<p># wget <a href="http://www.opcaolinux.com.br/download/scripts/stopUltraSurf.sh.gz">http://www.opcaolinux.com.br/download/scripts/stopUltraSurf.sh.gz</a><br />
# gunzip stopUltraSurf.sh.gz<br />
# cat stopUltraSurf.sh &gt; /usr/local/bin/stopUltraSurf<br />
# rm stopUltraSurf.sh</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.opcaolinux.com.br/gnulinux/tutoriais/27-seguranca/126-ultrasurf-96-como-bloquear.html">http://www.opcaolinux.com.br/gnulinux/tutoriais/27-seguranca/126-ultrasurf-96-como-bloquear.html</a></p>
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		<title>Adicionando rotas estáticas permanentes</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/adicionando-rotas-estaticas-permanentes/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 13:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

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		<description><![CDATA[Roteadores ou equipamentos que interligam duas ou mais redes são chamados de Gateways. A necessidade de configurarmos rotas estáticas surge à medida que possuímos mais de um gateway na rede, sendo assim, configuramos as máquinas da rede 1, por exemplo, de forma que: quando quiser acessar a rede 2 saia pelo gateway A e quando for acessar as redes 3,4,5... saia pelo gateway B.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Roteadores ou equipamentos que interligam duas ou mais redes são chamados de Gateways. A necessidade de configurarmos rotas estáticas surge à medida que possuímos mais de um gateway na rede, sendo assim, configuramos as máquinas da rede 1, por exemplo, de forma que: quando quiser acessar a rede 2 saia pelo gateway A e quando for acessar as redes 3,4,5&#8230; saia pelo gateway B.</p>
<p>Traduzindo isso para o TCP/IP ficaria:</p>
<p>Suponha que</p>
<p>  rede 1 = 192.168.1.0 / 255.255.255.0<br />
  rede 2 = 192.168.0.0 / 255.255.0.0<br />
  rede 3 = 10.100.1.0 / 255.255.255.0<br />
  rede 4 = 10.100.2.0 / 255.255.255.0<br />
  rede 5 = 10.100.3.0 / 255.255.255.0<br />
  &#8230;.<br />
  ubuntu#&gt; route add -net 192.168.0.0/16 gw 192.168.10.1<br />
  ubuntu#&gt; route add -net 10.100.0.0/16 gw 192.168.10.10</p>
<p>Com isso a tabela de roteamento da máquina que estamos configurando ficaria assim:</p>
<p>  ubuntu#&gt; route<br />
  Tabela de Roteamento IP do Kernel<br />
  Destino         Roteador        MáscaraGen.    Opções Métrica Ref   Uso Iface<br />
  192.168.1.0     *               255.255.255.0   U     0      0        0 eth0<br />
  192.168.0.0     192.168.10.1    255.255.0.0     UG    0      0        0 eth0<br />
  10.100.0.0      192.168.10.10   255.255.0.0     UG    0      0        0 eth0<br />
Note que a primeira linha foi adicionada automaticamente quando configuramos o endereço IP da própria máquina.</p>
<p>Uma maneira de melhorarmos isso é trabalhando com default gateway, ou seja, ao adicionarmos um gateway default, ele será adicionado na última linha da tabela de roteamento, de forma que todo IP com destino a uma rede que não se encaixa nas definições iniciais da tabela de roteamento serão mandadas para o default gateway (que por isso está na última linha).</p>
<p>Mas o escopo dessa dica é como transformar as rotas estáticas, que até aqui foram adicionadas manualmente, em configurações adicionadas automaticamente sempre que ligamos a máquina.</p>
<p>Já vi várias formas de adicionarmos estas rotas, desde comandos adicionados no script de inicialização do usuário, o /etc/init.d/rc.local até scripts executados ao iniciar o ambiente gráfico (arghhhh!!!), porém o mais adequado é utilizarmos os recursos que o sistema oferece para isso que são:</p>
<p>No Ubuntu (debian em geral): basta adicionarmos no arquivo /etc/network/interfaces as seguintes linhas:</p>
<p>  post-up route add -net 192.168.0.0/16 gw 192.168.10.1<br />
  post-up route add -net 10.100.0.0/16 gw 192.168.10.10</p>
<p>Já em sistemas como o RedHat devemos criar o arquivo /etc/sysconfig/network-scripts/route-eth0 contendo:</p>
<p>  GATEWAY0=192.168.10.1<br />
  NETMASK0=255.255.0.0<br />
  ADDRESS0=192.168.0.0<br />
 <br />
  GATEWAY1=10.100.0.0<br />
  NETMASK1=255.255.0.0<br />
  ADDRESS1=192.168.10.10</p>
<p>Sendo assim toda vez que o serviço de rede subir estas rotas estáticas serão adicionadas automaticamente na tabela de roteamento de sua máquina.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20061010.php">http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20061010.php</a></p>
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		<item>
		<title>Atualizando o sitema com o Apt-get pelo shell.</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/atualizando-o-sitema-com-o-apt-get-pelo-shell/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 19:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instalação]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Os comandos para se atualizar um pacote ou o próprio sistema com esta revolucionária ferramenta criada pela distribuição Debian em seu terminal, que baixa e resolve as dependências são:
# apt-get [opções] comando
# apt-get [opções] install pacote [pacote ...]
A linha de comando pode ser uma variação dos tipos básicos, descritos a seguir:
apt-get update
Atualiza o banco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os comandos para se atualizar um pacote ou o próprio sistema com esta revolucionária ferramenta criada pela distribuição Debian em seu terminal, que baixa e resolve as dependências são:</p>
<p># apt-get [opções] comando</p>
<p># apt-get [opções] install pacote [pacote ...]</p>
<p>A linha de comando pode ser uma variação dos tipos básicos, descritos a seguir:</p>
<p>apt-get update</p>
<p>Atualiza o banco de dados local do apt-get com os arquivos pkglist do servidor.</p>
<p>apt-get check</p>
<p>Verifica a integridade do seu sistema. Execute este comando quando tiver dúvidas quanto à integridade dos pacotes do seu sistema. É recomendável executá-lo antes de executar uma atualização de distribuição.</p>
<p>apt-get install algum-pacote</p>
<p>Instala algum pacote novo, solucionando e carregando automaticamente os pacotes dos quais o aplicativo a ser instalado depende. Caso o pacote algum-pacote já esteja instalado, o apt-get tentará atualizá-lo. Feito isto o próprio apt-get instala o pacote.</p>
<p>apt-get source algum-pacote</p>
<p>Faz o download dos fontes de um pacote (SRPM). Note que é necessário que haja uma linha com o TIPO rpm-src no arquivo sources.list para que este comando execute.</p>
<p>apt-get upgrade</p>
<p>Procura por pacotes desatualizados no sistema e os atualiza automaticamente. Atualizará todos os pacotes antigos no sistema. Para atualizar um pacote e suas dependências utilize o comando:</p>
<p>apt-get install pacote-a-ser-instalado<br />
Procura nos servidores ftp pelo pacote, caso ele encontre esse pacote ele baixara ele juntamente com suas dependências.</p>
<p>apt-get dist-upgrade</p>
<p>Semelhante ao apt-get upgrade, mas instala todos os pacotes básicos e tenta atualizar tudo, instalando novos pacotes caso seja necessário. É uma maneira mais fácil de fazer uma atualização de sua distribuição.</p>
<p>apt-get remove algum-pacote</p>
<p>Remove o pacote algum-pacote e todos os demais pacotes que dele dependam.</p>
<p>apt-get clean</p>
<p>Remove os arquivos encontrados no diretório cache, liberando um pouco de espaço no seu disco de sistema. É uma maneira automática de apagar os arquivos que já foram instalados e que não são mais necessários ao sistema.</p>
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		<title>Verificando logs do Squid em tempo real</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/verificando-logs-do-squid-em-tempo-real/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=456</guid>
		<description><![CDATA[Com o Squid instalado e funcionando é possível verificar o que as pessoas estão vendo na internet em tempo real. Você pode usar comandos mesclados por exemplo:
# tail -f /var/log/squid/access.log &#124; grep 10.0.0.230
* o comando tail lista o conteúdo de um arquivo;
* o parâmetro -f fica com o arquivo aberto mostrando tudo que for adicionado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o Squid instalado e funcionando é possível verificar o que as pessoas estão vendo na internet em tempo real. Você pode usar comandos mesclados por exemplo:</p>
<p># tail -f /var/log/squid/access.log | grep 10.0.0.230</p>
<p>* o comando tail lista o conteúdo de um arquivo;<br />
* o parâmetro -f fica com o arquivo aberto mostrando tudo que for adicionado a ele, como o arquivo é de log, ele sempre terá novas informações adicionadas;<br />
* | grep é um filtro de pesquisa no resultado de um comando, ou seja, se você quiser ver quem está acessando o site www.luizoliveira.org, basta trocar o ip por luizoliveira, o comando ficaria assim:</p>
<p># tail -f /var/log/squid/access.log | grep luizoliveira</p>
<p>Obs.: Após o grep você pode colocar um IP, nome ou site que deseja monitorar, com isso no filtro aparecerá apenas o que deseja e não várias máquinas com todos os acessos a internet que tem no momento.</p>
]]></content:encoded>
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	</channel>
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