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	<title>Luiz Oliveira</title>
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	<description>Linux, Windows, Tutoriais, dicas e diversas notícias sobre TI</description>
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		<title>Login automático no Windows 7</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 16:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você é o único usuário do PC é possível fazer um login automático no Windows 7]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você é o único usuário do PC é possível fazer um login automático. Tecle netplwiz no campo de busca do Windows 7. Clique no usuário desejado e desmarque Os usuários devem digitar um nome de usuário e senha para usar este computador.</p>
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		<title>Cálculo de Subnets e Entendendo os Saltos</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 13:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rede]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos falar de subnets? É extremamente impostante que um IT Professional tenha a capacidade de calcular subnets, por conta disto iremos juntos trabalhar com um ambiente e entender como fazer para cumprir com esta tarefa sem sofrer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos falar de subnets? É extremamente impostante que um IT Professional  tenha a capacidade de calcular subnets, por conta disto iremos juntos  trabalhar com um ambiente e entender como fazer para cumprir com esta  tarefa sem sofrer, rs&#8230;</p>
<p>Imaginem que solicitado a você criar uma 08 subnets, mas sua  responsabilidade é permitir uma expansão futura para mais quatro subnets  adicionais e a rede da sua empresa é de classe B 172.23.0.0. Muito bem,  nossa responsabilidade aqui é equalizar a necessidade atual e suportar a  demanda futura, então começaremos definindo o número de divisões  possíveis para chegar no total de subnets exigida.<br />
Como precisaremos pensar em 12 subnets iremos aplicar a regra de 2N (dois elevado a N que é igual a  notação decimal que compoe o total de divisões possíveis). Vamos lá&#8230;</p>
<p>2*4 = 16</p>
<p>Isto quer dizer que iremos utilizar 4 bits para a nossa operação, isto  em uma composição binária seria:</p>
<p>11111111.11111111.11110000.00000000<br />
255.255.240.0 = 172.23.0.0/20</p>
<p>Ótimo, chegamos na mascara de rede! Já sabemos que dentro desta notação  poderemos incluir 16 subnets, agora precisaremos descobrir quais os  saltos que ocorrerão na composição das subnets, certo? Isto é simples  basta olharmos para o bit de baixa ordem, no nosso caso o 16 (Como assim  16!?!?! Lembra da notação decimal? Cada bit do octeto tem um  valor da direita para a esquerda elevando 2 de 0 até 7, faça as contas e  verás que quando chegar no bit número 5 teremos que elevar a 4. Logo 2  elevado a 4 é igual a 16). Então os saltos irão ocorrer de 16 em 16  ficando assim:</p>
<p><strong>Rede Original:</strong> 172.23.0.0<br />
<strong>Mascara Original:</strong> 255.255.0.0</p>
<p><strong>Subnet 1:</strong> 172.23.0.0<br />
10101100.00010111.<strong>0000</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 2:</strong> 172.23.16.0<br />
10101100.00010111.<strong>0001</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 3:</strong> 172.23.32.0<br />
10101100.00010111.<strong>0010</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 4:</strong> 172.23.48.0<br />
10101100.00010111.<strong>0011</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 5:</strong> 172.23.64.0<br />
10101100.00010111.<strong>0100</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 6</strong>: 172.23.80.0<br />
10101100.00010111.<strong>0101</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 7:</strong> 172.23.96.0<br />
10101100.00010111.<strong>0110</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 8:</strong> 172.23.112.0<br />
10101100.00010111.<strong>0111</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 9:</strong> 172.23.128.0<br />
10101100.00010111.<strong>1000</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 10:</strong> 172.23.144.0<br />
10101100.00010111.<strong>1001</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 11:</strong> 172.23.160.0<br />
10101100.00010111.<strong>1010</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 12:</strong> 172.23.176.0<br />
10101100.00010111.<strong>1011</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 13:</strong> 172.23.192.0<br />
10101100.00010111.<strong>1100</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 14:</strong> 172.23.208.0<br />
10101100.00010111.<strong>1101</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 15:</strong> 172.23.224.0<br />
10101100.00010111.<strong>1110</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Subnet 16:</strong> 172.23.240.0<br />
10101100.00010111.<strong>1111</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Nova Mascara:</strong> 255.255.240.0<br />
11111111.11111111.<strong>1111</strong>0000.00000000</p>
<p><strong>Primeiro Host:</strong> 172.23.0.1<br />
<strong>Ultimo Host:</strong> 172.23.240.254<br />
<strong>Broadcast:</strong> 172.23.240.255</p>
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		<item>
		<title>Cálculo de Número de Hosts</title>
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		<comments>http://www.luizoliveira.org/rede/calculo-de-numero-de-hosts/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 13:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rede]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como efetuar o cálculo de hosts para uma sub-rede]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de hosts é um cálculo bastante simples, a  primeira coisa a fazer é converter a máscara 255.255.248.0 em binário,  onde teremos:</p>
<p>11111111.11111111.11111000.00000000 -&gt; 255.255.248.0</p>
<p>Contando o número de zeros da esquerda para a direita teremos 11  portanto o valor será 2 elevado a 11 = 2048, daí subtraimos sempre 2  para os reservados e teremos o total de 2.046 que é a minha resposta  para o que foi pedido.</p>
<p>Abaixo transcrevo uma tablela já pronta, envolvendo sub-redes e hosts de  uma rede classe A.</p>
<p>Número de sub-redes-Número de bits para sub-rede-Máscara de sub-rede  -Número de  hosts por sub-rede</p>
<p>1-2&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.128.0.0  ou /9&#8230;&#8230;&#8230;.8.388.606<br />
3-4&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  2&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.192.0.0 ou  /10&#8230;&#8230;..4.194.302<br />
5-8&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;  3&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.224.0.0 ou  /11&#8230;&#8230;&#8230;2.097.150<br />
9-16&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  4&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.240.0.0 ou  /12&#8230;&#8230;&#8230;1,048.574<br />
17-32&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;5&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;  255.248.0.0 ou /13&#8230;&#8230;&#8230;524.286<br />
33-64&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..  6&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.252.0.0 ou  /14&#8230;&#8230;&#8230;262.142<br />
65-128&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;  7&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.254.0.0 ou  /15&#8230;&#8230;&#8230;131.070<br />
129-256&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  8&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.255.0.0 ou /16  &#8230;&#8230;&#8230;65.534<br />
257-512&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.  9&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.255.255.128.0 ou  /17&#8230;&#8230;32.766<br />
513-1.024&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.10&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.192.0  ou /18&#8230;.. 16.382<br />
1.025-2.048&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.11&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.224.0  ou /19 &#8230;&#8230;8.190<br />
2.049-4.096&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.12&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.240.0  ou /20&#8230;&#8230;.4.094<br />
4.097-8.192&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.13&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.248.0  ou /21&#8230;&#8230;.2.046<br />
8.193-16.384&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..14&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.252.0  ou /22&#8230;&#8230;.1.022<br />
16.385-32.768&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;15&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.254.0  ou /23&#8230;&#8230;.. 510<br />
32.769-65.536&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;16&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.0  ou /24&#8230;&#8230;.. 254<br />
65.537-131.072&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.17&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.128  ou /25&#8230;. 126<br />
131.073-262.144&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..18&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.192  ou /26&#8230;&#8230;62<br />
262.145-524.288&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..19&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.224  ou /27&#8230;&#8230;30<br />
524.289-1.048.576&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..20&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.240  ou /28&#8230;&#8230;14<br />
1.048.577-2.097.152&#8230;&#8230;&#8230;..21&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.248  ou /29&#8230;&#8230;..6<br />
2.097.153-4.194.304&#8230;&#8230;&#8230;..22&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;255.255.255.252  ou /30&#8230;&#8230;..2</p>
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		<title>UltraSurf 9.6: Como bloquear</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/ultrasurf-9-6-como-bloquear/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/ultrasurf-9-6-como-bloquear/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 14:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

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		<description><![CDATA[Vários usuários nos têm reportado que o script que criamos para combater o UltraSurf não tem sido eficiente no bloqueio da nova versão lançada no final do mês passado, o UltraSurf 9.6. Então, baixamos a nova versão e, como fizemos com a versão anterior, passamos a analisar o tráfego de uma estação que executava o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vários usuários nos têm reportado que o script que criamos para combater o UltraSurf não tem sido eficiente no bloqueio da nova versão lançada no final do mês passado, o UltraSurf 9.6. Então, baixamos a nova versão e, como fizemos com a versão anterior, passamos a analisar o tráfego de uma estação que executava o UltraSurf.</p>
<p>Uma das principais características que tínhamos observado na versão anterior era a grande quantidade de conexões HTTPS com servidores externos, na ocasião verificamos que o UltraSurf realizava em média 10 conexões simultâneas na porta 443. Utilizamos essa sua peculiaridade para criar o script stopUltraSurf.sh, que, até à versão anterior do UltraSurf, funcionava perfeitamente bloqueando as conexões.</p>
<p>Agora tudo mudou. Na versão 9.6, o UltraSurf tenta inicialmente se conectar a um servidor pertencente à rede 65.49.2.0/24, caso consiga, o acesso será estabelecido e a estação acessará livremente a Internet. Aliás, verificamos que conectado dessa maneira o acesso será bem mais rápido se comparado às versões anteriores do UltraSurf. Como os IPs dessa rede não respondem ao DNS reverso, não têm como serem verificados pelo script stopUltraSurfe.sh, logo a conexão não será bloqueada pelo script.</p>
<p>Uma forma elegante de quebrar essa conexão seria bloqueando o acesso HTTPS a endereços IP que não respondessem ao DNS reverso, fizemos até uma versão do script com essa característica, mas a quantidade de falsos positivos foi bastante grande, pois, infelizmente, vários sites não seguem a recomendação do Comitê Gestor Internet Brasil (CGI.br) que diz: &#8220;Todas as redes conectadas à Internet brasileira devem operar com registros direto e reverso de DNS corretamente configurados.&#8221;, se assim fizessem, teríamos como diferenciar IPs idôneos de IPs supostamente maliciosos. O pior é que sites como o do Banco do Brasil, do Banco Real, do Banco Itaú, do Hotmail etc., que deveriam ser exemplos, não têm o DNS Reverso configurado para os IPs que respondem às conexões HTTPS. Uma pena.</p>
<p>Qual a solução então? Bloquear esses endereços no firewall, o problema é que, se os mantenedores do UltraSurf mudarem a sua range de IPs, o bloqueio falhará. Para efetivar o bloqueio na solução OpçãoLinux PDC, acesse as regras do firewall (opl &gt; Firewall &gt; Editar Regras de Firewall) e altere a linha:</p>
<p>HTTPS/ACCEPT     loc     net<br />
para:</p>
<p>HTTPS/ACCEPT     loc     net:!65.49.2.0/24<br />
Problema resolvido? Ainda não, caso não consiga acesso aos IPs da rede 65.49.2.0/24, o UltraSurf 9.6 tentará acessar os servidores remotos da mesma maneira que fazia nas versões anteriores, só que dessa vez não abrirá diversas conexões HTTPS, fará apenas uma única conexão. Para fazer com que o script stopUltraSurf.sh consiga detectar essa conexão, edite o arquivo /usr/local/bin/stopUltraSurf e altere a variável limitServersHttps=8 para limitServersHttps=1, ou baixe a nova versão do script stopUltraSurf.sh (veja como mais adiante).</p>
<p>Pronto, com o bloqueio da rede 65.49.2.0/24 no firewall e com esse ajuste na variável limitServersHttps, o script stopUltraSurf.sh deverá voltar a funcionar. Bem, pelo menos em nossos testes voltou&#8230;</p>
<p>Prefira utilizar a nova versão do script stopUltraSurf.sh, pois, além de estar mais rápido devido a otimizações feitas no código, será informado também qual nome do servidor que provocou o bloqueio da estação e a data e hora do bloqueio em opl &gt; Firewall &gt; Configurações Avançadas&#8230; &gt; BlackList.</p>
<p>Caso esteja utilizando a versão mais recente da solução OpçãoLinux PDC, que já vem com o script stopUltraSurf.sh nativamente, atualize para a versão mais recente do script através dos comandos abaixo:</p>
<p># wget <a href="http://www.opcaolinux.com.br/download/scripts/stopUltraSurf.sh.gz">http://www.opcaolinux.com.br/download/scripts/stopUltraSurf.sh.gz</a><br />
# gunzip stopUltraSurf.sh.gz<br />
# cat stopUltraSurf.sh &gt; /usr/local/bin/stopUltraSurf<br />
# rm stopUltraSurf.sh</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.opcaolinux.com.br/gnulinux/tutoriais/27-seguranca/126-ultrasurf-96-como-bloquear.html">http://www.opcaolinux.com.br/gnulinux/tutoriais/27-seguranca/126-ultrasurf-96-como-bloquear.html</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Adicionando rotas estáticas permanentes</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/adicionando-rotas-estaticas-permanentes/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/adicionando-rotas-estaticas-permanentes/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 13:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=463</guid>
		<description><![CDATA[Roteadores ou equipamentos que interligam duas ou mais redes são chamados de Gateways. A necessidade de configurarmos rotas estáticas surge à medida que possuímos mais de um gateway na rede, sendo assim, configuramos as máquinas da rede 1, por exemplo, de forma que: quando quiser acessar a rede 2 saia pelo gateway A e quando for acessar as redes 3,4,5... saia pelo gateway B.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Roteadores ou equipamentos que interligam duas ou mais redes são chamados de Gateways. A necessidade de configurarmos rotas estáticas surge à medida que possuímos mais de um gateway na rede, sendo assim, configuramos as máquinas da rede 1, por exemplo, de forma que: quando quiser acessar a rede 2 saia pelo gateway A e quando for acessar as redes 3,4,5&#8230; saia pelo gateway B.</p>
<p>Traduzindo isso para o TCP/IP ficaria:</p>
<p>Suponha que</p>
<p>  rede 1 = 192.168.1.0 / 255.255.255.0<br />
  rede 2 = 192.168.0.0 / 255.255.0.0<br />
  rede 3 = 10.100.1.0 / 255.255.255.0<br />
  rede 4 = 10.100.2.0 / 255.255.255.0<br />
  rede 5 = 10.100.3.0 / 255.255.255.0<br />
  &#8230;.<br />
  ubuntu#&gt; route add -net 192.168.0.0/16 gw 192.168.10.1<br />
  ubuntu#&gt; route add -net 10.100.0.0/16 gw 192.168.10.10</p>
<p>Com isso a tabela de roteamento da máquina que estamos configurando ficaria assim:</p>
<p>  ubuntu#&gt; route<br />
  Tabela de Roteamento IP do Kernel<br />
  Destino         Roteador        MáscaraGen.    Opções Métrica Ref   Uso Iface<br />
  192.168.1.0     *               255.255.255.0   U     0      0        0 eth0<br />
  192.168.0.0     192.168.10.1    255.255.0.0     UG    0      0        0 eth0<br />
  10.100.0.0      192.168.10.10   255.255.0.0     UG    0      0        0 eth0<br />
Note que a primeira linha foi adicionada automaticamente quando configuramos o endereço IP da própria máquina.</p>
<p>Uma maneira de melhorarmos isso é trabalhando com default gateway, ou seja, ao adicionarmos um gateway default, ele será adicionado na última linha da tabela de roteamento, de forma que todo IP com destino a uma rede que não se encaixa nas definições iniciais da tabela de roteamento serão mandadas para o default gateway (que por isso está na última linha).</p>
<p>Mas o escopo dessa dica é como transformar as rotas estáticas, que até aqui foram adicionadas manualmente, em configurações adicionadas automaticamente sempre que ligamos a máquina.</p>
<p>Já vi várias formas de adicionarmos estas rotas, desde comandos adicionados no script de inicialização do usuário, o /etc/init.d/rc.local até scripts executados ao iniciar o ambiente gráfico (arghhhh!!!), porém o mais adequado é utilizarmos os recursos que o sistema oferece para isso que são:</p>
<p>No Ubuntu (debian em geral): basta adicionarmos no arquivo /etc/network/interfaces as seguintes linhas:</p>
<p>  post-up route add -net 192.168.0.0/16 gw 192.168.10.1<br />
  post-up route add -net 10.100.0.0/16 gw 192.168.10.10</p>
<p>Já em sistemas como o RedHat devemos criar o arquivo /etc/sysconfig/network-scripts/route-eth0 contendo:</p>
<p>  GATEWAY0=192.168.10.1<br />
  NETMASK0=255.255.0.0<br />
  ADDRESS0=192.168.0.0<br />
 <br />
  GATEWAY1=10.100.0.0<br />
  NETMASK1=255.255.0.0<br />
  ADDRESS1=192.168.10.10</p>
<p>Sendo assim toda vez que o serviço de rede subir estas rotas estáticas serão adicionadas automaticamente na tabela de roteamento de sua máquina.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20061010.php">http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20061010.php</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Atualizando o sitema com o Apt-get pelo shell.</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/atualizando-o-sitema-com-o-apt-get-pelo-shell/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/atualizando-o-sitema-com-o-apt-get-pelo-shell/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 19:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Instalação]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=460</guid>
		<description><![CDATA[Os comandos para se atualizar um pacote ou o próprio sistema com esta revolucionária ferramenta criada pela distribuição Debian em seu terminal, que baixa e resolve as dependências são:
# apt-get [opções] comando
# apt-get [opções] install pacote [pacote ...]
A linha de comando pode ser uma variação dos tipos básicos, descritos a seguir:
apt-get update
Atualiza o banco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os comandos para se atualizar um pacote ou o próprio sistema com esta revolucionária ferramenta criada pela distribuição Debian em seu terminal, que baixa e resolve as dependências são:</p>
<p># apt-get [opções] comando</p>
<p># apt-get [opções] install pacote [pacote ...]</p>
<p>A linha de comando pode ser uma variação dos tipos básicos, descritos a seguir:</p>
<p>apt-get update</p>
<p>Atualiza o banco de dados local do apt-get com os arquivos pkglist do servidor.</p>
<p>apt-get check</p>
<p>Verifica a integridade do seu sistema. Execute este comando quando tiver dúvidas quanto à integridade dos pacotes do seu sistema. É recomendável executá-lo antes de executar uma atualização de distribuição.</p>
<p>apt-get install algum-pacote</p>
<p>Instala algum pacote novo, solucionando e carregando automaticamente os pacotes dos quais o aplicativo a ser instalado depende. Caso o pacote algum-pacote já esteja instalado, o apt-get tentará atualizá-lo. Feito isto o próprio apt-get instala o pacote.</p>
<p>apt-get source algum-pacote</p>
<p>Faz o download dos fontes de um pacote (SRPM). Note que é necessário que haja uma linha com o TIPO rpm-src no arquivo sources.list para que este comando execute.</p>
<p>apt-get upgrade</p>
<p>Procura por pacotes desatualizados no sistema e os atualiza automaticamente. Atualizará todos os pacotes antigos no sistema. Para atualizar um pacote e suas dependências utilize o comando:</p>
<p>apt-get install pacote-a-ser-instalado<br />
Procura nos servidores ftp pelo pacote, caso ele encontre esse pacote ele baixara ele juntamente com suas dependências.</p>
<p>apt-get dist-upgrade</p>
<p>Semelhante ao apt-get upgrade, mas instala todos os pacotes básicos e tenta atualizar tudo, instalando novos pacotes caso seja necessário. É uma maneira mais fácil de fazer uma atualização de sua distribuição.</p>
<p>apt-get remove algum-pacote</p>
<p>Remove o pacote algum-pacote e todos os demais pacotes que dele dependam.</p>
<p>apt-get clean</p>
<p>Remove os arquivos encontrados no diretório cache, liberando um pouco de espaço no seu disco de sistema. É uma maneira automática de apagar os arquivos que já foram instalados e que não são mais necessários ao sistema.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Verificando logs do Squid em tempo real</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/verificando-logs-do-squid-em-tempo-real/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/verificando-logs-do-squid-em-tempo-real/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=456</guid>
		<description><![CDATA[Com o Squid instalado e funcionando é possível verificar o que as pessoas estão vendo na internet em tempo real. Você pode usar comandos mesclados por exemplo:
# tail -f /var/log/squid/access.log &#124; grep 10.0.0.230
* o comando tail lista o conteúdo de um arquivo;
* o parâmetro -f fica com o arquivo aberto mostrando tudo que for adicionado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o Squid instalado e funcionando é possível verificar o que as pessoas estão vendo na internet em tempo real. Você pode usar comandos mesclados por exemplo:</p>
<p># tail -f /var/log/squid/access.log | grep 10.0.0.230</p>
<p>* o comando tail lista o conteúdo de um arquivo;<br />
* o parâmetro -f fica com o arquivo aberto mostrando tudo que for adicionado a ele, como o arquivo é de log, ele sempre terá novas informações adicionadas;<br />
* | grep é um filtro de pesquisa no resultado de um comando, ou seja, se você quiser ver quem está acessando o site www.luizoliveira.org, basta trocar o ip por luizoliveira, o comando ficaria assim:</p>
<p># tail -f /var/log/squid/access.log | grep luizoliveira</p>
<p>Obs.: Após o grep você pode colocar um IP, nome ou site que deseja monitorar, com isso no filtro aparecerá apenas o que deseja e não várias máquinas com todos os acessos a internet que tem no momento.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como descompactar arquivos zip, rar, tar.gz, bz2, tar.bz2 pelo terminal</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/como-descompactar-arquivos-zip-rar-tar-gz-bz2-tar-bz2-pelo-terminal/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/como-descompactar-arquivos-zip-rar-tar-gz-bz2-tar-bz2-pelo-terminal/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=453</guid>
		<description><![CDATA[Para descompactar as extensões acima é muito fácil, basta entender o que cada letra representa na descompressão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para descompactar estes formatos de arquivos os comandos são simples:</p>
<p>zip:</p>
<p>gunzip nomedoarquivo.zip</p>
<p>rar:</p>
<p>unrar x nomedoarquivo.rar</p>
<p>tar:</p>
<p>tar -xvf nomedoarquivo.tar</p>
<p>tar.gz:</p>
<p>tar -vzxf nomedoarquivo.tar.gz</p>
<p>bz2:</p>
<p>bunzip nomedoarquivo.bz2</p>
<p>tar.bz2:</p>
<p>tar -jxvf nomedoarquivo.tar.bz2</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando um repositório Debian na rede local</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/linux/criando-um-repositorio-debian-na-rede-local/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/linux/criando-um-repositorio-debian-na-rede-local/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=451</guid>
		<description><![CDATA[Imagine você precisando fazer uma nova instalação Debian ou atualizar a distribuição ou um pacote em questão. Você irá depender de seu link com a internet para poder utilizar um dos diversos mirrors públicos existentes para tal tarefa e isso poderá levar um certo tempinho para fazê-lo. Então por quê não criar um mirror local em sua rede? Veja aqui como fazer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Instalação e configuração do servidor</p>
<p>Instale o pacote &#8220;debmirror&#8221; disponível em testing ou unstable:</p>
<p># apt-get install debmirror</p>
<p>Crie um usuário e um grupo que será dono do processo que iremos automatizar para o uso do debmirror:</p>
<p># groupadd mirror<br />
# useradd -g mirror -d /mirror -c &#8220;Debian Mirror&#8221; mirror</p>
<p>Crie os diretórios necessários para o repositório.</p>
<p># mkdir -p /mirror/debian # mkdir /mirror/non-US # chown -R mirror:mirror /mirror</p>
<p>Criando os scripts para a sincronização</p>
<p>Iremos criar agora os script para a sincronização dos repositórios:</p>
<p>Repositório US:</p>
<p># emacs /usr/local/bin/mirror1.sh</p>
<p>#!/bin/bash<br />
su mirror -c &#8220;debmirror /mirror/debian &#8211;method=http &#8211;progress &#8211;nosource &#8211;host=ftp.br.debian.org &#8211;root=/debian &#8211;dist=woody,sarge,sid &#8211;section=main,contrib,non-free &#8211;arch=i386 &#8211;cleanup &#8211;getcontents&#8221;</p>
<p>Repositório non-US:</p>
<p># emacs /usr/local/bin/mirror2.sh</p>
<p>#!/bin/bash<br />
su mirror -c &#8220;debmirror /mirror/non-US &#8211;method=http &#8211;progress &#8211;nosource &#8211;host=ftp.br.debian.org &#8211;root=/debian-non-US &#8211;dist=woody/non-US,sarge/non-US,sid/non-US &#8211;section=main,contrib,non-free &#8211;arch=i386 &#8211;cleanup ?getcontents&#8221;</p>
<p>Você pode alterar a opção &#8211;method por ftp, http ou rsync -e. Leia o manual do debmirror para maiores detalhes.</p>
<p># man debmirror</p>
<p>Permitindo a leitura escrita e execução somente para o usuário root:</p>
<p># chmod 700 /usr/local/bin/mirror*.sh</p>
<p>Repositório local, http e ftp na sua LAN<br />
Para uso local, em seu /etc/apt/sources.list coloque as linhas:</p>
<p>deb file:/mirror/debian sid main non-free contrib<br />
deb file:/mirror/non-US sid/non-US main contrib non-free</p>
<p>Você pode alterar a versão conforme a sua necessidade trocando onde esta sid por woody ou sarge. <img src='http://www.luizoliveira.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Vamos agora configurar para que você possa ter o repositório disponível para outras máquinas.</p>
<p>Configurando o Apache:</p>
<p>Edite o arquivo de configuração /etc/apache/httpd.conf:</p>
<p># emacs /etc/apache/httpd.conf</p>
<p>Troque &#8220;&lt;Directory /var/www&gt;&#8221; por &#8220;&lt;Directory /mirror&gt;&#8221;.</p>
<p>Reinicie o Apache:</p>
<p># /etc/init.d/apache restart</p>
<p>Edite o arquivo /etc/apt/sources.list nos clientes para configurar o repositório no protocolo HTTP:</p>
<p># emacs /etc/apt/sources.list</p>
<p>deb http://(ip_ou_host_do_servidor)/debian/ sid main non-free contrib<br />
deb http://(ip_ou_host_do_servidor)/non_US/ sid/non-US main contrib non-free</p>
<p>Configurando o proftpd:</p>
<p>Para ter o repositório disponível por ftp, edite o arquivo de configuração do proftpd:</p>
<p># emacs /etc/proftpd.conf</p>
<p>Altere as TAGS da configuração compreendidas entre &lt;Anonymous &#8230;&gt; &lt;/Anonymous&gt; por:</p>
<p>&lt;Anonymous ~mirror&gt;<br />
User                     ftp<br />
Group                    nogroup<br />
UserAlias                anonymous ftp<br />
RequireValidSh           off<br />
# Limit the maximum number of anonymous logins<br />
MaxClients               20<br />
DisplayLogin             welcome.msg<br />
DisplayFirstChdir        .message<br />
# Limit WRITE everywhere in the anonymous chroot<br />
&lt;Directory *&gt;<br />
&lt;Limit WRITE&gt;<br />
DenyAll<br />
&lt;/Limit&gt;<br />
&lt;/Directory&gt;<br />
&lt;/Anonymous&gt;</p>
<p>Edite o arquivo /etc/apt/sources.list nos clientes para configurar o repositório no protocolo FTP:</p>
<p>deb ftp://(ip_ou_host_do_servidor)/debian/ sid main non-free contrib<br />
deb ftp://(ip_ou_host_do_servidor)/non_US/ sid/non-US main contrib non-free</p>
<p>Automatizando o processo<br />
Com o crontab podemos se aproveitar das horas de menor uso da rede para fazer a sincronização:</p>
<p># crontab -e</p>
<p>insira a linha:</p>
<p>0 22 * * * /usr/local/mirror1.sh 2&gt;&amp;1 &gt; /dev/null;/usr/local/mirror2.sh 2&gt;&amp;1 &gt; /dev/null</p>
<p>Salve e feche.</p>
<p># /etc/init.d/cron restart</p>
<p>No crontab configurei para que todos os dias a partir das 22:00hs o servidor atualize o repositório.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Serviços bancários pela Internet</title>
		<link>http://www.luizoliveira.org/dicas/servicos-bancarios-pela-internet/</link>
		<comments>http://www.luizoliveira.org/dicas/servicos-bancarios-pela-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 21:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luizoliveira.org/?p=449</guid>
		<description><![CDATA[Serviços bancários pela Internet Para quem acessa o Home Banking de casa. Vale a pena ler e se prevenir. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando for fazer uso dos serviços bancários pela internet, siga as 3 dicas abaixo para verificar a autenticidade do site: 1 – Minimize a página. Se o teclado virtual for minimizado também, está correto. Se ele permanecer na tela sem minimizar,é pirata! Não tecle nada. 2 – Sempre que entrar no site do banco, digite SUA SENHA ERRADA na primeira vez . Se aparecer uma mensagem de erro significa que o site é realmente do banco, porque o sistema tem como checar a senha digitada. Mas se digitar a senha errada e não acusar erro é mau sinal. Sites piratas não têm como conferir a informação, o objetivo é apenas capturar a senha. 3 – Sempre que entrar no site do banco, verifique se no rodapé da página aparece o ícone de um cadeado; além disso clique 2 vezes sobre esse ícone; uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer. Em alguns sites piratas o cadeado pode até aparecer, mas será apenas uma imagem e ao clicar 2 vezes sobre ele, nada irá acontecer. Os 3 pequenos procedimentos acima são simples, mas garantirão que você jamais seja vítima de fraude virtual.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
</rss>
