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  • História do GNU/Linux

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    por: admin, na categoria Linux dia 06/11/2008


    A história! A apresentação deste artigo se deve pela pergunta de um usuário que queria saber o que é GNU de GNU/Linux. Aqui veremos como tudo começou! Vamos lá então! O sistema Linux tem sua origem no Unix, um sistema operacional multitarefa e multiusuário que tem a vantagem de rodar em uma grande variedade de computadores. Uma grande razão de sucesso é seu equilíbrio entre sua produtividade e portabilidade. Ele é dividido em 2 partes, a 1ª é o kernel, que é o núcleo do sistema responsável pela comunicação com o hardware e o 2ª são os programas e serviços que dependem do kernel para interação. 1965 – A Bell Telephone Labs da AT&T, juntamente com a General Electric e o projeto MAC do MIT (Massachusetts Institute of Technology), desenvolvem o sistema operacional Multics. 1969 – Como o Multics não atinge seu propósito o Laboratório Bell saí do projeto. Por causa de um jogo chamado Space Travel usado como passatempo durante o projeto Multics, dois engenheiros de software da AT&T, Ken Thompson e Dennis Richie, por não terem mais acesso ao sistema, resolveram portar o jogo para rodar em um computador PDP-7 que não era utilizado, desta forma implementaram um sistema operacional rudimentar chamado de Unics como trocadilho ao Multics. De alguma forma, a ortografia do nome tornou-se Unix. 1971 – O Unix é escrito para um computador PDP-11. 1973 – O Unix é reescrito em linguagem C pelo próprio criador da linguagem, Dennis Ritchie. O uso do Unix dentro da AT&T cresceu tanto que foi criado um grupo de suporte interno para o sistema, que cediam cópias do código fonte para fins educacionais em universidades. Entre 1977 e 1982 a AT&T combinam várias versões do Unix de Ritchie e Thompsom em um único sistema chamado de Unix System III. A Universidade de Berkeley (Califórnia), partindo de uma versão do Unix anterior ao System III, desenvolvia seu próprio Unix chamado de BSD (Berkeley Systems Division) e em 1978 lança uma versão para computadores VAX. Bill Joy, um dos diretores do projeto BSD, mais tarde tornou-se fundador da Sun Microsystems, que comercializou outra variante do Unix SunOS para aprimorar suas estações de trabalho. 1983 – A AT&T percebendo o potencial comercial do Unix, iniciou a venda do System V comprometendo-se a dar suporte aos seus usuários. 1983 – Richard Stallman cientista do MIT lança o projeto GNU (GNU´s not Unix) que tinha a pretensão de criar um sistema operacional do tipo Unix gratuito, em função do desagravo de muitos programadores que haviam contribuído para o aprimoramento do Unix e consideravam injustos que a AT&T e outros se apropriassem do fruto deste trabalho. 1984 – O projeto GNU é iniciado oficialmente. 1985 – Para organizar o trabalho do projeto GNU, Stallman e outros criam a Free Software Foundation (FSF) uma corporação sem fins lucrativos que busca promover softwares gratuitos eliminando restrições à cópia, redistribuição estudo e modificação do mesmo formulando assim a licença GPL (GNU General Public License). 1989 – Um estudante finlandês chamado Linus Torvalds inicia um processo pessoal de aprimoramento do Kernel do Minix um sistema operacional do tipo Unix escrito por Andrew Tannenbaum, chamando esta vertente de Linux como abreviação de Linus´s Minix. Depois de um certo tempo de trabalho, Linus envia a seguinte mensagem para o grupo de discussão comp.os.minix: “Você sente saudade dos bons dias do minix-1.1, quando homens eram homens e escreviam seus próprios device drivers? Você está sem um bom projeto e morrendo de vontade de colocar as mãos em um sistema operacional o qual possa modificar de acordo com suas necessidades? Você acha frustante quando tudo funciona bem no Minix? Sem mais noites em claro para fazer com que um programa funcione? Então esta mensagem pode ser exatamente para você. :-) Como eu mencionei há um mês, estou trabalhando em uma versão livre de um sistema operacional similar ao minix para computadores AT-386. Ele finalmente alcançou o estágio onde pode ser utilizado (ou não, dependendo do que você deseja), e eu estou disposto a colocar os fontes disponíveis para ampla distribuição. Ele está apenas na versão 0.02, mas eu tenho executado nele, sem problemas, programas como bash, gcc, gnu-make, gnu-sed, compress, etc.” 1990 – A FSF já tinha obtido ou escrito vários componentes importantes do sistema operacional GNU, com exceção de um kernel. 1991 – Em 5 de outubro deste ano, Linus Torvalds anuncia a primeira versão oficial do Linux. 1992 – No início deste ano, o Linux se integra a GNU com o objetivo de produzir um sistema operacional completo. Desde então, muitos programadores e usuários espalhados pelo globo terrestre tem seguido os ideais de Richard Stallman e Linus Torvalds.

    Recomendações

    O projeto GNU Português: http://www.gnu.org/home.pt.html Inglês: http://www.gnu.org/ A Fundação para o Software Livre Português: http://www.gnu.org/fsf/fsf.pt.html Inglês: http://www.fsf.org/ The UNIX System – http://www.unix.org/ Vídeo Documentário – Revolution OS Procure em seu cliente predileto de P2P. Sobre GPL Software Livre – GNU x LPG e o Governo x Economia (parte 1) Software Livre – GNU x LPG e o Governo x Economia (parte 2)

    Referências


  • Configurando uma VPN em Linux com OpenVPN

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    por: admin, na categoria Linux dia 06/11/2008



    Esse artigo tem como objetivo mostrar de forma rápida e simples a configuração de uma VPN baseada em Linux utilizando o OpenVPN como ferramenta, sendo que este é um software estável, simples de configurar, além de ser um projeto que está sempre em desenvolvimento.

    Vamos considerar o caso de interligar as redes internas de uma empresa (matriz e filial), sendo que ambas se localizam em lugares diferentes e bem distantes, que cada empresa possui uma conexão ADSL rodando Linux como servidor e suas respectivas redes internas conforme o exemplo hipotético abaixo:

    Matriz

    * ADSL com IP 200.217.222.222
    * LAN com a classe 192.168.1.0/24

    Filial

    * ADSL com ip 200.141.64.33
    * LAN com a classe 192.168.2.0/24

    Em nossa VPN, teremos como principal objetivo fazer com que qualquer máquina da rede interna da Matriz se conecte diretamente com qualquer máquina da rede interna da Filial (ou vice versa), deixando a impressão de que ambas as redes estão no mesmo meio físico.

    Instalação

    Antes de começar, devemos checar primeiramente se o driver TUN/TAP se encontra no kernel. Caso o mesmo não se encontre, precisaremos ativar esse driver dentro da opção “Network Device Support”, conforme exemplo abaixo:

    [*] Network device support
    ARCnet devices  —>
    < > Dummy net driver support
    < > Bonding driver support
    < > EQL (serial line load balancing) support
    <*> Universal TUN/TAP device driver support
    < > Ethertap network tap (OBSOLETE)
    < > General Instruments Surfboard 1000
    Ethernet (10 or 100Mbit)  —>
    Ethernet (1000 Mbit)  —>
    [ ] FDDI driver support
    [ ] HIPPI driver support (EXPERIMENTAL)
    <*> PPP (point-to-point protocol) support
    < > SLIP (serial line) support
    Wireless LAN (non-hamradio)  —>
    Token Ring devices  —>
    [ ] Fibre Channel driver support
    < > Red Creek Hardware VPN (EXPERIMENTAL)
    < > Traffic Shaper (EXPERIMENTAL)
    Wan interfaces  —>

    Não irei abortar nesse artigo exemplos de compilação de kernel, bem como a configuração de conexão ADSL no Linux, uma vez que existem bons artigos abordando esses assunto no site.

    NOTA: Nas distros RedHat 9.0, Slackware 9.1, 10.0 e 10.1 não foi preciso mexer no kernel. Já na Slackware 9.0 tive que recompilar o kernel com suporte ao driver TUN/TAP. Também só usei em produção as distros citadas acima.

    Baixe os pacotes lzo-1.08.tar.gz (biblioteca de compressão de dados) e o pacote openvpn-1.5.0.tar.gz.

    1º Passo

    $ tar -xzvf lzo-1.08.tar.gz
    $ cd lzo-1.08
    $ ./configure
    $ make
    $ su
    # make install

    2º Passo

    $ tar -xzvf openvpn-1.5.0.tar.gz
    $ cd openvpn-1.5.0
    $ ./configure
    $ make
    $ su
    # make install

    Pronto. O OpenVPN já está instalado em nosso sistema com suporte à biblioteca de compressão de dados. Agora só resta a configuração de nossa VPN.

    Configuração da Matriz

    Configurando nossa VPN na Matriz:

    O OpenVPN pode operar com 3 tipos de criptografia. Nenhuma criptografia (apenas o túnel), criptografia com chaves estáticas e no modo TLS, em que as chaves são trocadas periodicamente. No nosso exemplo, usaremos criptografia com chaves estáticas.

    1 – Execute os seguintes comandos:

    # mkdir /etc/openvpn

    Criamos o diretório onde estarão todos os arquivos de configuração.

    # openvpn –genkey -secret /etc/openvpn/chave

    Foi gerada uma chave de criptografia com o nome de chave (pode ser qualquer nome de arquivo) dentro do diretório /etc/openvpn.

    # cat /etc/openvpn/chave

    Só para visualizarmos o conteúdo da chave que geramos.

    # touch /etc/openvpn/matriz.conf

    Crie esse arquivo com o seguinte conteúdo:

    # Usar como interface o driver TUN
    dev tun
    # 10.0.0.1 ip que será assumido na matriz
    # 10.0.0.2 ip remoto, ou seja, esse será o ip da filial
    ifconfig 10.0.0.1 10.0.0.2
    # Entra no diretório onde se encontram os arquivos de configuração
    cd /etc/openvpn
    # Indica que esse túnel possui uma chave de criptografia
    secret chave
    # OpenVPN usa a porta 5000/UDP por padrão.
    # Cada túnel do OpenVPN deve usar
    # uma porta diferente.
    # O padrão é a porta 5000
    port 5000
    # Usuário que rodará o daemon do OpenVPN
    user nobody
    # Grupo que rodará o daemon do OpenVPN
    group nobody
    Usa a biblioteca lzo
    comp-lzo
    # Envia um ping via UDP para a parte
    # remota a cada 15 segundos para manter
    # a conexão de pé em firewall statefull
    # Muito recomendado, mesmo se você não usa
    # um firewall baseado em statefull.
    ping 15
    # Nível de log
    verb 3

    Em seguida, vamos iniciar a conexão no servidor, faltando apenas configurar a filial. Execute o seguinte comando no servidor da Matriz:

    # openvpn –config /etc/openvpn/matriz.conf -daemon
    # ifconfig tun0

    tun0      Link encap:Point-to-Point Protocol
              inet addr:10.0.0.1  P-t-P:10.0.0.2  Mask:255.255.255.255
              UP POINTOPOINT RUNNING NOARP MULTICAST  MTU:1255  Metric:1
              RX packets:1383257 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
              TX packets:1144968 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
              collisions:0 txqueuelen:10
              RX bytes:82865921 (79.0 Mb)  TX bytes:383951667 (366.1 Mb)

    Se aparecer algo assim ou parecido, o túnel na Matriz já está pronto e a espera da conexão da filial.

    Configuração da Filial

    Configurando nossa VPN na Filial:

    A parte da instalação na filial é exatamente igual a da Matriz, é só seguir os passos descritos no tópico instalação.

    Já na parte de configuração, não muda muita coisa também, pois o maior trabalho é simplesmente copiar a chave que geramos na Matriz por um canal seguro até a filial. Execute os seguintes comandos. Criaremos o mesmo diretório de configuração na filial:

    # mkdir /etc/openvpn

    Copie a chave gerada na matriz para a filial com seguinte comando:

    # scp /etc/openvpn/chave ip_filial:/etc/openvpn

    Em seguida crie o arquivo de configuração chamado filial.conf:

    # touch /etc/openvpn/filial.conf

    Crie esse arquivo com o seguinte conteúdo:

    # Usar como interface o driver TUN
    dev tun
    # 10.0.0.1 ip que será assumido na matriz
    # 10.0.0.2 ip remoto, ou seja, esse será o ip da filial
    ifconfig 10.0.0.2 10.0.0.1
    # Indica onde está o ip da Matriz (essa é a única linha que acrescentamos
    # no arquivo de configuração da filial), o resto é tudo igual.
    remote 200.217.222.222
    # Entra no diretório onde se encontram os arquivos de configuração
    cd /etc/openvpn
    # Indica que esse túnel possui uma chave de criptografia
    secret chave
    # OpenVPN usa a porta 5000/UDP por padrão.
    # Cada túnel do OpenVPN deve usar
    # uma porta diferente.
    # O padrão é a porta 5000
    port 5000
    # Usuário que rodará o daemon do OpenVPN
    user nobody
    # Grupo que rodará o daemon do OpenVPN
    group nobody
    # Usa a biblioteca lzo
    comp-lzo
    # Envia um ping via UDP para a parte
    # remota a cada 15 segundos para manter
    # a conexão de pé em firewall statefull
    # Muito recomendado, mesmo se você não usa
    # um firewall baseado em statefull.
    ping 15
    # Nível de log
    verb 3

    Inicie a conexão na filial com o seguinte comando:

    # openvpn –config /etc/openvpn/filial.conf -daemon

    # ifconfig tun0

    tun0      Link encap:Point-to-Point Protocol
              inet addr:10.0.0.2  P-t-P:10.0.0.1  Mask:255.255.255.255
              UP POINTOPOINT RUNNING NOARP MULTICAST  MTU:1255       Metric:1
              RX packets:1383257 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
              TX packets:1144968 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
              collisions:0 txqueuelen:10
              RX bytes:82865921 (79.0 Mb)  TX bytes:383951667 (366.1 Mb)

    Ok! Se aparecer algo assim, sua VPN, está de pé!!! Teste pingando de uma ponta a outra:

    # ping 10.0.0.1
    PING 10.0.0.1 (10.0.0.1) 56(84) bytes of data.
    64 bytes from 10.0.0.1: icmp_seq=1 ttl=63 time=11.9 ms
    64 bytes from 10.0.0.1: icmp_seq=2 ttl=63 time=6.09 ms
    64 bytes from 10.0.0.1: icmp_seq=3 ttl=63 time=5.93 ms
    64 bytes from 10.0.0.1: icmp_seq=4 ttl=63 time=8.15 ms
    64 bytes from 10.0.0.1: icmp_seq=5 ttl=63 time=6.19 ms

    Se aparecer algo assim, sua VPN já esta funcionando. Agora só falta adicionarmos as rotas para as redes internas se enxergarem.

    Adicionando rotas

    NOTA: Antes de adicionarmos as rotas, é necessário ativar o roteamento no kernel em ambas as pontas (Matriz e Filial). Execute os seguintes comandos na matriz e filial:

    # echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward

    Para adicionar a rota com destino a rede da Filial, execute de dentro do servidor da Matriz o seguinte comando:

    # route add -net 192.168.2.0/24 gw 10.0.0.2

    Para adicionar a rota com destino a rede da Matriz, execute de dentro do servidor da Filial o seguinte comando:

    # route add -net 192.168.1.0/24 gw 10.0.0.1

    Bom, agora é só testar. Tente pingar de dentro de uma máquina da LAN da Matriz com destino a LAN da Filial. Vale lembrar também que temos que colocar toda a seqüência de comandos acima no rc.local de sua distro, para que a mesma carregue as configurações ao iniciar o sistema operacional.

    Para terminar, podemos também configurar um servidor WINS com o Samba ou Windows NT/2000 para que ambos os micros das duas redes internas sejam visualizados no Ambiente de Rede do Windows.

    Fonte: Viva o Linux







  • Clonado o MAC no Debian

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    por: admin, na categoria Linux dia 06/11/2008



    Em algumas pesquisas pela internet descobri que é possível alterar o MAC da placa para que a conexão funcione. Claro que não é possível alterar o MAC real da placa, visto que esse é embutido na mesma, mas você pode fazer com que o SO utilize um outro MAC para a placa depois que o sistema é iniciado.
    É bem simples, basta baixar a rede, usar o ifconfig e levantá-la novamente:

    # ifconfig eth0 down
    # ifconfig eth0 hw ether 00:11:22:33:44:55
    # ifconfig eth0 up

    Para conferir se o endereço foi alterado, basta dar um “ifconfig eth0″ (nome da sua conexão).







  • Ubuntu 8.10

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    por: admin, na categoria Linux dia 05/11/2008


    A versão 8.10 do Ubuntu acrescenta facilidades para que os usuários possam usufruir de vida digital móvel, incluindo suporte a redes 3G e sessões guest – para possibilitar o compartilhamento temporário do computador sem comprometimento da segurança do sistema.

    Você será direcionado ao site da Canonical, onde deverá escolher a versão do Ubuntu (32-bits ou 64-bits) que desejar.

    Atenção leitor: antes de executar qualquer programa em seu computador, principalmente os que fazem alterações no Registro do Windows ou modifiquem informações em seu HD, lembre-se de fazer um backup de segurança do registro do sistema, criar um ponto de restauração e fazer backup dos seus dados.

    Juntamente com o Ubuntu estão vindo o Kubuntu e o Ubuntu Server. Os Shipit começará as distribuições dos novos CDs hoje também.

    O Kubuntu virá com o belo KDE Kuatro, digo, 4.

    Eles também sofreram muitas modificações, Ubuntu com Gnome novo, etc.

    Requisitos recomendados para o sistema e o live CD: Pentium 3 1GHz similar ou superior, 512MB de RAM e 5 GB de HD (instalação)

    Aí vão os links para download e mais abaixo imagens:

    Ubuntu (selecione entre Server e Desktop e entre 32bits e 64 bits)

    Kubuntu (selecione entre 32 bits e 64 bits)

  • Windows 7 é “um Vista muito melhor”, diz Steve Ballmer

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    por: admin, na categoria Windows dia 05/11/2008






    O Windows 7 será como o Windows Vista, mas muito melhor, declarou o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, defendendo o atual sistema operacional da Microsoft e dizendo que o seu successor será uma grande atualização.

    “O Windows 7 é o Windows Vista muito melhor”, disse o executivo durante uma sessão de entrevistas de 45 minutos para um analista do Gartner, na Flórida nos Estados Unidos.

    Ballmer também disse que o Windows 7 não será uma leve atualização do Vista. “É uma versa real”, confirmou, “por que é muito mais trabalho do que uma simples atualização”.

    Muitos analistas, no entanto, têm considerado o Windows 7 como uma atualização menor do sistema operacional da Microsoft.

    Na terça-feira, Mike Nash, vice-president de produtos Windows, chamou o Windows 7 de “evolucionário”, mas que ainda assim significava um grande avanço.

    O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, mais uma vez defendeu o Vista, dizendo que ele está sendo usado por 180 milhões de usuários. “Se as pessoas querem esperar, é claro que podem”, declarou, respondendo uma questão se os usuários não poderiam esperar pelo novo sistema operacional.

    O  Windows 7, que a Microsoft diz que será lançado no final de 2009 ou começo de 2010, estréia em versao alpha em menos de duas semanas.

    Fonte: Computerworld, EUA







  • Piratas preferem copiar Windows XP a Vista, segundo a Microsoft

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    por: admin, na categoria Windows dia 05/11/2008






    Os comerciantes de softwares ilegais preferem falsificar o Windows XP ao Windows Vista, revelou a Microsoft nesta terça-feira (21/10). “Como o Vista possui mais recursos de segurança e antipirataria, os falsificadores continuam a focar no XP”, afirma a advogada da empresa, Bonnie MacNaughton.

    O ‘piratas’ copiam mais o XP, segundo a Microsoft, da mesma forma que preferem falsificar o Office 2003 ao invés da versão de 2007. “Geralmente há um espaço de um a dois anos até que eles entendam como burlar a segurança dos softwares”, explica a advogada.

    Quando as vendas do Windows XP Professional se encerrarem, no início de 2009, a Microsoft promoverá um programa para explicar aos consumidores o fim da ‘vida’ do sistema operacional. “Sabemos que os falsificadores tentarão preencher o buraco deixado pelo fim das vendas do XP”, disse Bonnie.

    Recentemente, a Microsoft anunciou que estenderá por mais seis meses as vendas do Windows XP para fabricantes.

    Fonte: pcworld







  • Conheça as cinco melhores mudanças introduzidas no novo Linux 2.6.27

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    por: admin, na categoria Linux dia 05/11/2008






    Será realmente que alguém sabe o que vai ser melhor no Windows 7? Eu não sei e procuro tantas informações sobre Windows quanto sobre Linux. Com o Linux, por outro lado, nós sabemos exatamente o que vai mudar antes da nova versão.

    No último kernel do Linux, vejo várias funções sensacionais que estão sendo desenvolvidas por muito tempo. O Linux 2.6.27 foi lançado no início de outubro. É um bom kernel com pelo menos cinco melhoras significativas.

    Gestão do firmware
    A primeira está na nova maneira de lidar com firmware de dispositivos. No melhor dos mundos, o firmware deveria ter compilado cada driver. Os usuários de Linux conhecem isso bem, especialmente por que vários aparelhos possuem firmware proprietário. No Linux 2.6.27, o firmware blobs (binary large object) agora tem uma casa no diretório novo ‘/lib/firmware’.

    Com isso, fica muito mais fácil para todas as distribuições Linux lidarem com drivers proprietários de uma mesma maneira comum. Para os usuários, isso significa mais facilidade para usar esse tipo de dispositivos.

    Suporte a webcams
    O Linux 2.6.27 deu outro passo importante para suportar webcams. Além do suporte a webcam USB (que já estava no kernel 2.6.26), a versão adicionou o driver gspca (pacote genérico de software para adaptadores de câmeras, da sigla em inglês). Com isso, as novas distribuições Linux terão suporte para webcams construído ao redor da popular família de chips spca5x.

    Acesso direto de memórias flash
    Na talvez mais importante das mudanças, o Linux agora suporta acesso direto de aparelhos de storage que usam memória flash. Isso significa que dispositivos como drives USB ou os populares discos de estado sólido serão facilmente acessados. O Linux faz isso com o novo sistema de arquivo UBIFS.

    Sistemas operacionais antigos, não apenas Linux, tratam drives flash como se fossem HDs comuns. Apesar de funcionar, essa estratégia não tira vantagem da maior velocidade do SSD. Em termos Linux, discos tradicionais são ‘block devices’, enquanto os flash drives são MTDs (Memory Technology Devices).

    A diferenca fundamental é que os block devices, como o seu HD, são divididos em setores relativamente pequenos de 512 bytes, a 1024 bytes, assim sucessivamente. Já os MTDs usam ‘eraseblocks’ em vez de setores, com capacidade que começam a 128KB.

    Agora, o UBIFS não faz muita diferença para os desktops em Linux e o desempenho dos servidores que usam sistema operacional em código aberto. Mas conforme os desenvolvedores de sistema operacional e de hardware começarem a permitir o acesso UBIFS aos dispositivos em flash, veremos um aumento impressionante no desempenho do flash e de SSD.

    Melhora na gravação de dados
    Uma melhora que vai chegar rápido aos usuários é a alocação tardia (conhecido também como allocate-on-flush) no sistema de arquivos Linux ext4. Esta técnica, que já tinha sido usada no controverso sistema de arquivos Reiser4, funciona ao não gravar os dados imediatamente no HD. Nas antigas rotinas de gravação de dados, o sistema perde tempo em alocar as estruturas do disco mesmo que nada seja gravado. Em sistemas com fontes de gravação múltipla, como um servidor de banco de dados, essa função faz grande diferença.

    Agora, o ext4 também consegue lidar com HDs enormes. Quão grandes? Pense em 1024 petabytes por volume. Os mais poderosos supercomputadores de hoje lidam apenas com algumas dúzias de petabytes, no máximo. Acredito que veremos o ext4 na maior parte de servidores Linux de alto nível.

    Mais facilidade na gestão de redes
    O número cinco da lista é mais um pacote de melhorias do que uma mudança em particular. Com esta versão, o Linux adicionou suporte nativo para diversos dispositivos de rede como alguns da Atheros, Intel e Renesas. Combinado com isso, o netfilter – a fundação para firewall em Linux – melhorou bastante o suporte ao IPv6.

    Conclusão
    Nenhuma dessas mudanças é revolucionária como foi a KVM, infra-estrutura de virtualização do kernel do Linux, na versão 2.6.21. O KMV está gerando sistemas de virtualização completamente baseados em Linux e a Red Hat integrou os desenvolvimentos KVM em sua própria estratégia de virtualização.

    De qualquer maneira, vejo melhorias em longo prazo no armazenamento, na gestão do firmware e da rede do Linux. Isso vai culminar em outras empresas optando pelo sistema operacional de código aberto rodando em servidores com as suas aplicações de missão crítica.

    Lentamente, mas com garantia, podemos ver o Linux melhorar. E o Windows? Bem, eu não estou perdendo a minha respiração.

    Fonte: pcworld







  • E-mail com vídeo de Barack Obama instala cavalo-de-tróia

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    por: admin, na categoria Segurança dia 05/11/2008






    São Paulo – Golpe com novo presidente dos Estados Unidos já circula na internet e promete vídeo com entrevista com Barack Obama.

    Barack Obama acaba de ser eleito presidente dos Estados Unidos e um e-mail com um cavalo-de-tóia que promete um vídeo com uma entrevista com novo comandante dos Estados Unidos já circula na internet.

    Ao clicar no link do e-mail, o usuário instala o arquivo chamado “BarackObama.exe, que contém o cavalo-de-tróia que, se instalado no PC do usuário, pode roubar dados pessoais.

    Fonte: IDG Now!







  • Recupere a Senha de Root no Debian

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    por: admin, na categoria Linux dia 05/11/2008

    Para recuperar a senha do root proceda da seguinte forma:

    Quando aparecer a tela do Grub, posicione o cursor sobre a opção desejada e tecle “e”. Tecle “e” novamente para entrar em modo de edição.

    Adicione no fim da linha o número 1.

    Tecle enter e depois “b” para inicializar o Linux.

    O sistema irá carregar em modo mono usuário e em seguida será apresentado um prompt:

    bash#

    Digite:

    bash# passwd

    Altere a senha do root e reinicie a máquina.

  • Nova versão beta de Google Chrome está disponível

    0 comentários

    por: admin, na categoria Windows dia 05/11/2008


    O Google lançou uma nova versão beta de seu navegador Chrome, corrigindo problemas de segurança e aspectos de usabilidade do programa.

    Segundo o site heise Security, a versão 0.3.154.9 pode ser adquirida gratuitamente a partir do item de menu “Sobre o Google Chrome” e fecha uma vulnerabilidade que facilitaria ataques phishing.

    O navegador também ganhou melhorias no modo em que lida com arquivos executáveis (.exe e .bat, por exemplo) baixados, também visando uma melhor segurança. Agora ao fazer o download de um arquivo ele é armazenado temporariamente com a extensão .download e, após confirmação do usuário, ganha a extensão adequada.

    O novo lançamento também resolve problemas de plugins, como a interpretação de arquivos PDF e vídeos em Flash que anteriormente poderiam travar o aplicativo.

    O site Webware informou que testes de desempenho indicam um melhor desempenho do navegador: cerca de 37% mais eficiente rodando JavaScript se comparado à versão beta inicial, salto importante para a interação do software com aplicações web, um dos principais objetivos do Google.

    Embora tenha conseguido mais de 1% do mercado de navegadores na época de seu lançamento, o uso do navegador do Google caiu para 0,7% – número maior que o de muitos rivais há mais de uma década no mercado, mas muito atrás dos principais concorrentes Internet Explorer, Firefox e Safari, noticiou o site TechRadar.